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terça-feira, 31 de maio de 2016

5 itens de decoração que ando desejando!

Fonte: Pinterest

1 ~ Prateleira de sapatos


Simplesmente porque não tenho onde guardar os meus direito. Atualmente eles ficam guardados numas gavetas no armário do corredor aqui do apê, só que preciso de mais espaço. Adorei essa ideia da foto, embora ache que ela ocupa muito espaço, coisa que não tenho sobrando por aqui. Ao menos serve de inspiração para fazer algo parecido, não é?


2 ~ Cor bronze


Já faz um tempo que não é prata e nem ouro que me chamam a atenção nas decorações. O bronze é, na minha opinião, a cor mais bonita dentre essas três e vem ganhando cada vez mais espaço. Com certeza itens dessa cor vão habitar meu quarto num futuro próximo.

3 ~ Suculentas, mais precisamente: Cactos!


Porque representa o nordeste/sertão, vitalidade, persistência, segundo o Feng Shui são guardiões e purificadores de ambiente, além de fáceis de cuidar e a coisa mais fofa. Sou apaixonada e já quero pra ontem! Awnnnn. :B

4 ~ Porta-bijus


Ando meio cansada de guardar as poucas bijus que tenho numa caixa. Acaba que não ficam muito à vista e eu sempre esqueço de usar as coisas. Essa ideia de ter um painel na parede exibindo todas elas me parece uma boa solução! :D

5 ~ Luminária alternativa


Desde que eu vi esse tipo de luminária pela primeira vez já amei. Dá uma vida ao ambiente, além de ser moderna, simples e chic, tudo ao mesmo tempo. Eu adoro coisa assim e, certamente, pedirei ajuda ao boy pra fazer uma pra mim! :)

Me contem, gostaram?! Mais alguma boa ideia aí que queiram compartilhar? :)


Besos,

Jessy.

domingo, 29 de maio de 2016

Mala-cápsula de feriado

Que maravilha, essa semana teve feriado. O melhor dessa notícia é que dessa vez não fiquei mofando em casa, resolvi me dar dois dias de folga e ir à praia com os amigos. ÊÊÊ! Pois bem, passado o momento de euforia, logo me deparei com uma questão que demandou um certo tempo para ser resolvida: o que levar nessa mala? Pra quem é novo por aqui preciso informar que eu estou experimentando usar o armário-cápsula, uma ferramenta que estava facilitando bastante a minha vida até esse momento ~ falo mais sobre isso NESSE POST e NESSE AQUI

Então, o fato é que além de ter possibilidades limitadas de escolha, o meu armário não foi programado pra comportar looks praianos, o que é um absurdo já que moro em cidade litorânea e umas das coisas que mais amo fazer é ir à praia. kkkkkk Claro que na praia eu vou usar mais biquínis, que são peças que não entram na contagem total e eu posso escolher quantos der vontade. :B YEI! Entretanto, pra usar por cima dos biquínis eu só vou ter disponíveis roupas em que eu JAMAIS pensaria levar numa mala de praia. 

Aí das duas uma: ou eu usava isso de desculpa pra "furar" o armário e incluir opções mais adequadas ao lugar ou sairia da zona de conforto e daria um jeito de usar as roupas da cápsula na praia, sem me importar em parecer tosca, porque sim. Bom, eu acabei escolhendo a segunda opção. Querem ver o resultado disso?

Antes de sair de casa: vestidinho soltinho de suede + única gladiadora do armário.

 Sexta: Cropped do biquíni + a saia branca da cápsula.

 Maiô estampado + Saia assimétrica da cápsula ~ Achei o resultado desse bem interessante.

 Jacumã/RN ~ Praia liiiiiinda de viver.



A conclusão é que não sofri maiores perrengues por ter me mantido na cápsula. Óbvio que, normalmente, não levaria uma saia de alfaiataria para combinar com um cropped de biquíni e muito menos essa saia preta assimétrica pra usar por cima do maiô. Mas não achei as escolhas tão ruins e inapropriadas e nem me senti desconfortável em algum momento. Consegui identificar alguns erros no meu armário que, certamente, serão consertados na elaboração do próximo, e, com certeza, essa decisão foi importante pra abrir minha cabeça para novas possibilidades. Sair da zona de conforto sempre proporciona algum tipo de aprendizado, sobre o mundo ou sobre você, isso é sempre válido.

Desculpem por não ter feitos fotos mostrando todos os detalhes da mala, acabei não usando algumas outras opções que levei porque não foi necessário. No último dia, como não fui pra piscina, acabei voltando pra casa com esse look do maiô. No mais, o feriado foi ótimo. Deu pra relaxar e esquecer um pouco o frenético mundo em que vivemos, o que era a intenção desde o início.

Besos,

Jessy.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Movimento Slow fashion: uma reflexão.



Acho que em algum momento, como numa brincadeira de telefone sem fio - na qual ao final as informações chegam bem deturpadas da original - a ideia do movimento Slow fashion se perdeu. Também, não poderíamos esperar coisa diferente. É tanta gente falando sobre o assunto e disposta a produzir conteúdo nesse viés que acaba confundindo todo mundo. O que mais tenho visto são pessoas propagando a ideia de que um dos passos importantes para se tornar um consumidor consciente é deixar de comprar em fast fashion e investir mais dinheiro comprando roupas de marca, amparadas pela ideia de que elas são mais comprometidas com as políticas sociais trabalhistas e produzem peças de maior qualidade e durabilidade. Portanto, ao consumir “roupas de marca” estaríamos contribuindo com a sustentabilidade do planeta e com a erradicação do trabalho escravo contemporâneo.

Precisamos partir do princípio de que nem toda marca é sustentável e nem toda fast fashion é de todo ruim. Vamos debater ponto a ponto. Em primeiro lugar, quem foi que disse que comprar em fast fashion é necessariamente adquirir peças de qualidade ruim e não duráveis? É óbvio que os tecidos nobres oneram o valor da peça e as lojas de departamento não fazem uso deles. No entanto, existem roupas de materiais mais duráveis e menos duráveis em qualquer tipo loja, sejam de departamento, de marca autoral ou de marcas conhecidas e de renome.  Não sei vocês mas eu, como consumidora de loja de departamento, posso garantir que tenho boas peças que - embora não sejam de tecidos riquíssimos - me acompanham há vários anos. Até agora, 99,9% das minhas roupas foram compradas em fast fashion. Acredito que a durabilidade tenha muito mais a ver com a escolha de tecidos (mesmo dentre os não-nobres tem uns bem razoáveis) e também com os cuidados adotados para aumentar a vida útil da peça do que com o tipo da loja.  

Outro pensamento amplamente disseminado é o de que as  fast fashions fazem uso de mão-de-obra escrava e, por isso, não é ético consumir produtos provenientes dessas lojas. Na minha opinião é aí que reside a maior irresponsabilidade dos veiculadores de opinião, tratando com descaso uma informação séria, e repassando a notícia por aí sem sequer verificarem a confiabilidade das fontes. Perdoem-me, mas eu compartilho a opinião de que toda generalização tem um quê de burrice e não dá para simplesmente desconsiderar as exceções em afirmações tão graves. Ignorá-las causa prejuízo não só para a indústria mas, principalmente, para o consumidor, que fica perdido em suas boas intenções, sem conseguir encontrar uma alternativa razoável para o mundo e para o bolso.

Pra quem não sabe, algumas lojas, deixando claro que não apenas as de departamento, já se envolveram em escândalos relacionados à exploração de trabalhadores submetidos à condições de trabalho semelhantes à escravidão. Dentre elas estão a Zara, Marisa, Renner, Pernambucanas, Gregory, 775, M. Officer, etc, VEJAM ESSA NOTÍCIA AQUI. Algumas delas, após os escândalos, rapidamente se ajustaram aos padrões legais e se comprometeram com a causa adotando medidas importantes para a erradicação do trabalho escravo, como por exemplo, a realização de um maior controle em toda a sua cadeia produtiva de forma que todos os envolvidos no processo estejam trabalhando de acordo com as leis.

Para obter informações atualizadas sobre quais marcas efetivamente estão preocupadas com a questão em pauta e adotam medidas para evitar que as peças vendidas em suas lojas sejam provenientes de trabalho degradante, existe um aplicativo chamado Moda Livre. Esse app permite que o consumidor verifique informações divulgadas por 47 grandes marcas com relação a quatro critérios: políticas preventivas, monitoramento, transparência e histórico. Com base nisso recebem uma pontuação que as classifica em três categorias: verde, amarelo e vermelho. Ao clicar nas marcas é possível obter as informações exatas e a partir daí definir se é uma marca que se encaixa nas suas exigências de consumo ou não. É uma verdadeira utilidade pública para quem se preocupa com essa questão de consumo consciente, não preciso dizer que recomendo todo mundo baixá-lo e ficar de olho. E só por curiosidade, a título de informação que considero importante, a C&A (FAST FASHION) recebeu selo verde e a COLCCI (MARCA FAMOSINHA) selo vermelho, o que prova que não tem absolutamente nada a ver com a loja ser de departamento ou não.

Outro ponto importante a ser comentado é que, atualmente, a indústria da moda usa um fluxo constante de recursos naturais para produzir peças de vestuário e está constantemente contribuindo para o esgotamento dos combustíveis fósseis, utilizados na produção dos tecidos e transporte. Os reservatórios de água doce também estão sendo cada vez mais reduzidos para a irrigação do algodão nas safras. A indústria da moda também está lançando de forma sistemática, e em quantidades cada vez maiores, compostos artificiais como pesticidas e fibras sintéticas, o que aumenta a sua persistente presença na natureza. Alguns recursos naturais estão em perigo e as florestas e os ecossistemas estão sendo destruídos por coisas como a produção de fibras, levando a problemas como secas, desertificação e alterações climáticas. Não é difícil ver que as fast fashions, como produzem em larga escala, contribuem de forma mais impactante para esses danos. Isso é, a meu ver, um ponto negativo dessas lojas.

Em contrapartida, produzir em pequena escala gera custos elevados, o que torna as roupas mais caras e têm grandes chances de não serem acessíveis ao bolso da maioria dos consumidores residentes nesse País. Portanto, penso que popularizar o pensamento de que as pessoas precisam comprar roupa de marca, é um tanto elitista e exclui uma faixa importante da população consumidora.  Acho importante frear essa ideia e verificar em que nicho da população essa forma de consumo pode de fato ser aplicável, porque o intuito do movimento não é deixar as pessoas se sentido culpadas por comprar em qualquer loja de departamento ou tendo que apertar o orçamento pra comprar uma blusinha de R$300,00 de uma marca qualquer porque alguém contribuiu para o desenvolvimento do pensamento de que isso é o certo a fazer.

Acredito que o papel do consumidor consciente seja encontrar marcas que trabalhem efetivamente usando o conceito Slow fashion, seja ela autoral ou não, bem como o equilíbrio entre o consumo dessas marcas e o respeito da sua condição financeira. É difícil estipular um padrão de consumo para consumidores diferentes. Acho que é muito mais positivo incentivarmos uma mudança na forma de encarar a moda e tendências do que uma escolha de loja, explico. Por que tornamos as tendências tão descartáveis, quando podemos estender o tempo em que perduram na moda? Não adianta colocar culpa na indústria, porque se a gente frear o consumo, ela é obrigada a frear a produção. Por que as pessoas descartam roupas “fora de moda” quando podem guardá-las pra quando “a moda voltar”, já que a moda é cíclica mesmo? Por que não investir em peças mais atemporais, ainda que compradas em fast fashions? E, por último, o óbvio: por que não comprar menos?  

Por fim é importante esclarecer que não quero, de forma alguma, pregar uma opinião de oposição ao movimento Slow fashion, quando na verdade sou grande entusiasta dele. O que pretendo com esse post é desmistificar algumas ideias de consumo consciente que estão se popularizando de uma forma errônea. Os consumidores devem ter acesso às informações verídicas para optarem por uma solução de consumo compatível com suas ideologias e com seu poder aquisitivo, sem serem criticados por suas escolhas, uma vez que consumir conscientemente não é deixar de comprar na C&A. O conceito de Slow fashion vai muito além de tudo isso e essa discussão também.


domingo, 22 de maio de 2016

Armário-cápsula ~ Semana 8

Essa semana decidi registrar direitinho e sem desculpas todos os meus looks do armário atual. Tá, sei que já deveria ter feito isso antes, mas "plis", perdoem a novata aqui. Preciso confessar ainda não tinha feito porque ainda me acho meio bobinha de ficar tirando foto do que tô usando todo dia que Deus dá, sempre acho que tenho mais o que fazer, e tenho, kkkkk. Mas já estou perdendo a besteira e até já consigo ver vantagem! É bom poder contabilizar as combinações que se pode fazer com um armário e também visualizar melhor o que funciona ou não.

O desafio dessa semana é fazer propostas diferentes das que havia usado até agora, usando as mesmas peças em combinações completamente novas. Meu armário está bem coeso, é possível combinar quase todas as partes de cima com as de baixo, o que facilita muito a vida.



Esse look foi totalmente amparado pelo conforto nosso de cada dia. Usei esse shorts-saia assimétrico na cor mais queridinha da estação, cor de camelo fugido (arrumando uma alternativa pro pobre do burro, nordestinos entenderão), com essa camisa preta que já está na minha vida há uns 4 anos e acho que vai ficar ad eternum. A gracinha está no tênis de poá. Inclusive sempre que eu usar esse tênis vou dizer a mesma coisa. Ele é a gracinha dos "lúki tudo" e é tão confortável que usaria pra dormir. :D 



Já faz tempo que essa sainha xadrez é protagonista nos meus looks. Não consigo não usá-la toda semana! Mas por incrível que pareça eu ainda não tinha usado da maneira mais óbvia dentre as possibilidades: com blusinha branca! Combinei com gladiadora rasteira porque eu tenho andado cada vez mais com aflição de salto alto durante o dia, não é a minha preferência na maioria das vezes porque incomoda. Mas o look ganharia uma carinha mais rica se usado de salto, claro. Como nesse dia eu só fui tomar sorvete, tava bom assim.  

Quarta-feira


Não teve look porque não saí de casa. :D



Esse dia eu acordei desejando chiqueza e conforto. Escolhi a pantalona marinho porque é uma peça que se ajusta ao desejo. É impressionante como sempre que visto essa calça as pessoas só despejam elogios. E eu acho ela realmente muito linda, usaria todos os dias se precisasse escolher só uma calça pra viver. E o cropped cinza de manguinhas também está incluso nas peças que uso toda semana. ;D



Esse dia eu quis ser mais inventiva. Amo esse vestido midi de malha canelada e queria dar um jeito de usá-lo de forma diferente. Foi aí que tive a ideia de colocar essa blusa por cima, dei um nó e ele virou uma saia! E não é que gostei do resultado?



Já que quarta não teve, tirei foto do look do sábado pra compensar. Esse vestidinho de corações é levinho e puro conforto. Exatamente o que eu precisava pra passar a tarde e noite perambulando na praça numa feirinha que teve por aqui. 


Espero que tenham gostado!


Besos,

Jessy.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

#LISTA: 5 blogs que fazem a diferença!

Assim que criei esse espaço e escrevi o primeiro post, fui em busca de inspirações para falar sobre os assuntos que têm me cutucado nesse momento da vida. Para minha surpresa acabei encontrando um monte de gente bacana produzindo conteúdos que, na minha opinião, são verdadeiramente relevantes. Em meio a tanta poluição de timelines com banalidades e um monte de gente influente vomitando manifestações de opiniões questionáveis, acho que é pertinente mostrar aqui alguns blogs que me estimulam diariamente e me fizeram entrar pro time dos que acreditam que podem, de alguma forma, fazer diferença e contribuir para um mundo melhor.

Essa contribuição, ao contrário do que a maioria pensa, não precisa ser extremamente grandiosa, algo que vá impactar o mundo fortemente e nos tornará dignas de premiações por algum órgão importante. Não, não. Estou falando aqui da maioria das pessoas "normais", que talvez nem se achem lá esse suco verde (porque coca cola, ninguém merece), mas que influenciam sim - ao menos a mim - a abrir a mente e mudar hábitos, rotineiramente automáticos, que possivelmente paralisavam a evolução em busca da consciência.

Deste modo, essas pessoas me ajudam MUITO sim, sejam me ensinando a ter uma vida financeira mais saudável e a lidar melhor com meu armário; ou abordando temáticas que me fazem refletir sobre alguns preconceitos inúteis que ainda carrego e me fazendo ficar cada vez mais nua, despida de cada um deles; ou, ainda, propagando ideias de como fazer o melhor descarte do lixo que eu produzo e alternativas para reduzi-lo. Qualquer desses assuntos tem uma importância gigantesca e espalhar isso por aí é algo que precisa ser feito.

Vamos à lista:



Ela começou quando estava cheia de dívidas, com um projeto muito bacana de passar 1 ano sem comprar, influenciando um monte de gente a ter uma vida financeira mais equilibrada e mostrando que é possível ter controle e sobreviver dignamente com o que já foi adquirido durante a vida. Como já mencionei por aqui, pretendo reproduzir em breve esse projeto, afinal 1 ano nem é tanto tempo assim, vai (essa sou eu querendo enrolar o meu cérebro). Hoje em dia Jojo mora em San Francisco e usa o blog pra dar várias dicas legais da cidade, além de tratar de assuntos como feminismo e o movimento slow fashion.


Esse foi o primeiro que conheci na minha busca sobre o armário cápsula. A Gabi, dona do blog, é uma das adeptas dessa técnica, e lá ela registra seus looks do dia, inspirando-nos diariamente com seu estilo simples e confortável. Além disso, expõe suas descobertas e tudo que a inspira por meio de textos bem deliciosinhos de ler. Vale a visita!


Carol eu já acompanho há mais tempo, sou viciada em seus textos e no seu estilo, que é pura inspiração. Atualmente, está passando por um processo de renovação de alma e fazendo importantes descobertas através de suas reflexões sobre consumo. Impossível não acompanhar essa reinvenção. 


Esse site é uma parada obrigatória pra qualquer um, homens e mulheres assumidamente feministas, ou não. Sem mais delongas, corram pra explorar esse site.


Esse blog é um potinho de inspirações, engloba váááários assuntos, limite pra que, né? :D Lá você encontra além da Carla, dona do blog, mais uns 3 colaboradores extremamente competentes que tratam de tudo e mais um pouco: maquiagem, feminismo, Slow fashion, consumo consciente, TU-DO que a gente ama.

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Pra mim, o maior erro da pessoas é acreditarem que sozinhas não promovem diferença alguma. Será mesmo? Acho pertinente pensarmos de forma mais abrangente, assistam a esse vídeo que fala sobre isso e, provavelmente, ao acabar, prepare-se para ter uma nova forma de pensar.


Besos,

Jessy.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Alternativas ecológicas para reduzir uso de absorventes convencionais

Dia desses fiquei sabendo de uma informação que, além de ter me deixado menos ignorante, propulsionou mais uma possível mudança na minha vida. Primeiro queria dizer que não sei por onde eu andava, certamente desbravando o submundo da ignorância, mas eu não sabia disso: os absorventes femininos demoram mais de 100 anos pra se decompor no meio ambiente. Fiquei chocada! Primeiro porque é algo que todo mundo usa de forma tão automática que a gente nem para pra pensar no impacto que pode ocasionar ao planeta. Segundo porque já usei vários, aí bateu a culpa. Tá bom que de uns 3 anos pra cá eu praticamente deixei de usar os absorventes normais e passei a usar os internos, pelo único motivo de me sentir mais confortável com eles e nada tinha a ver com a questão ambiental. Mas aí fiquei feliz com a notícia de que os internos demoram cerca de 1 ano pra decompor. É uma redução MUITO considerável, né? Então equilibrei um pouco, hahaha.

Mas ainda não me dei por satisfeita e vim aqui contar pra vocês outras alternativas mais ecológicas que descobri pra usar no período "menstruante". A primeira é o absorvente de pano, que não tem nada de novidade, pelo contrário, é a coisa mais "ultrapassada" do mundo. Pergunte a sua avó o que ela usava antes do mundo ficar descartável. Com certeza era algo parecido! Bom, não sei vocês, mas eu sou da época das fraldinhas de pano. Acho até que já existiam as descartáveis, mas mamãe optou por usar as de paninho, até em mim, que fui a última dos filhos e nasci numa época bem mais moderninha, haha! :D Vide imagens:

 Nhoin! Não parece bem mais confortável, gente?
 Aqui uma fitinha adesiva prendia a fralda.
Eu e mamãe ~ Essa foi presa com um broche alfinete.

Penso que se eu usava fraldas de pano e até Pituxa (minha cadelinha amada que faleceu) usava calcinhas de pano quando estava no período vermelho, por que não aderir à ideia de usar esses absorventes de pano, não é mesmo? :P Fora que eles duram uns 5 anos e, portanto, são mais econômicos também do ponto de vista financeiro. O modo de usar é o mesmo dos descartáveis, a diferença é que depois de usado precisa ser lavado. Como é feito de algodão, não causa alergias, além de permitir que a pele "respire". E ainda que exija consumo de água na lavagem, há economia na matéria prima, por serem reutilizáveis e duráveis.

Fonte: Pinterest
 Olha que fofo esse kit! A toalhinha pode ser trocada de acordo com o fluxo.

A outra alternativa é o tal do coletor menstrual, que é parecido com um absorvente interno; Trata-se de um copo de silicone hipoalergênico que coleta a menstruação e pode ser usado durante até 8 horas, dependendo da intensidade do fluxo. Depois desse período é necessário esvaziar e higienizá-lo, de acordo com as instruções do fabricante, antes de recolocá-lo. Ele também pode ser encontrado facilmente na internet, custam em torno de R$70,00 e costumam durar uns 10 anos, bastante né?


Aqui vai um link da Jout Jout falando sobre esse trequinho. Vale a pena, CLIQUE!

Esses métodos mais ecológicos já são bem conhecidos no meio alternativo, entre as pessoas que buscam estar em harmonia com a natureza e com o próprio corpo, e configuram mais um passo na transformação da mulher moderna para natural transição rumo à consciência. Dizem que é bom aguar as plantas com a água na qual se coloca o absorvente de pano de molho, pois o nosso sangue é bem nutritivo e faz bem pro solo.

Essas descobertas me fazem refletir e fazer o seguinte questionamento: vocês já perceberam que a tendência hoje em dia é fazer tudo como na época dos nossos avós? Seja a alimentação, meio de transporte (não estou falando de carroças, kkkkk, mas de bicicletas), agora os absorventes de pano... O mundo "evoluiu", buscamos alternativas mais fáceis que promovem agilidade e dinamismo pra facilitar a vida, mas a tendência atual é justamente ir na contramão de tudo isso, é desacelerar o consumo das matérias primas e usar tudo o mais natural possível. 

Por fim, vamos fazer um cálculo rápido. Se uma mulher usa na vida em torno de 13 mil absorventes, e se com esse post eu conseguir influenciar umas 10 mulheres, teremos cerca de 130 mil absorventes a menos nos aterros sanitários e lixões. Sem contar as migas loucas que têm coragem de jogar absorvente no vaso sanitário - misericórdia senhor! Elas não sabem o que estão fazendo. Bom, já é um número expressivo, não? E você, quer fazer a diferença? Comece espalhando a ideia por aí.

Fonte: Pinterest.


Besos,

Jessy.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

50 dias sem comprar e uma constatação: yes, you can!

Cheguei ao número cinquenta. CINQUENTA dias sem comprar nada. Estou mais perto da meta do que longe... Pra muitos isso não tem nada de extraordinário, pelo contrário, é algo bem comum, ninguém compra tanto assim mesmo. Se você me acha idiota, parabéns! Seu nível de consciência financeira é elevado, mas pra mim, uma consumista em reabilitação, já é uma tremenda vitória. 

Lembro de uma vez que fui ao shopping e quase tive uma recaída. Vi uma sandália liiiinda, baratinha e que eu me apaixonei. Precisava levar, afinal o preço estava incrível! Aí, passado o acesso de inconsciência, eu desincorporei o "sprito" consumista e fui embora sem nem experimentar a bichinha. Sofri uns dias, lembro dela até hoje, mas a vida é feita de escolhas e eu escolhi mudar. Não ia dar um passo para trás. 

Depois desse episódio não houve mais nenhum. Consigo ir ao shopping e voltar sem nenhuma sacolinha e sem nenhum sofrimento. Meu cérebro já está se habituando a isso, e eu, aprendendo a controlar bem as vontades repentinas. Não achava que fosse conseguir tão fácil (tá bom, nem tanto) chegar a um número que, ao menos pra mim, já é expressivo. Dá a sensação de que eu posso muito mais. E se eu posso, qualquer um pode. 

Com esse sentimento de que eu posso tudo (kkkkkk), estipulei metas mais ousadas e venho aqui anunciar a minha ideia brilhante: vou fazer períodos sem comprar progressivos. Como assim, miga sua loka? Vou explicar. Agora no início do ano, estou cumprindo os 90 dias que acaba no dia 21 de junho. Após isso, terei 9 dias de algo que denominei "período comprante" e no dia 1 de julho iniciarei a nova jornada de 180 dias na seca. Passado esse tempo, o período comprante será de 4 dias (sim, eu disse 4 dias entre o Natal e Ano novo) até o dia 1 de janeiro de 2017. É aí, minha gente, que o bicho vai pegar porque eu só vou comprar de novo em 2018. UM ANO inteirinho sem comprar nada, repetindo o projeto da Jojo do blog "Um ano sem Zara", com toda a fé do mundo que terei a mesma determinação! 

Imagem: Pinterest ~ Adaptada

Tá bom, confesso que dar essa informação aqui causou um impacto inesperado, meu coração pulou, tive uns calafrios e eu estou com uma vontade imensa de deletar o que escrevi acima. Mas não vou fazer isso. Quando a gente torna público um projeto assim, a probabilidade de dar certo aumenta porque passamos a ter receio de decepcionar as pessoas que acreditam em nós. E, claro, qualquer um é capaz, se quiser. Eu quero. Não sei no que vai dar, talvez eu acabe 2017 num hospício ou numa comunidade budista. :D
E vocês, vêm comigo?

Besos,

Jessy. 


terça-feira, 10 de maio de 2016

Sobre a pele que habito


Fonte: tumblr


Não sei ao certo quando passei a usar base no rosto. Acredito que comecei lá pelos 15 anos usando protetor solar com cor que uma dermatologista havia receitado e, a partir daí, fiquei habituada com aquela coberturazinha que deixava a pele um pouco mais uniforme. Por volta dos 17 anos estava ficando mais vaidosa e fui me interessando pelo assunto. Assistia a vários tutoriais de maquiagem passei a testar e achar essencial usar todos os produtos que me eram apresentados. De repente já tinha incorporado na minha rotina um montão de itens: primer, base, primer pra sombra, iluminador... Usava sempre que me maquiava, seguia o passo a passo direitinho, do jeito que ensinavam nos vídeos e claro que é incontestável o fato de que a maquiagem ficava mais elaborada, com mais cara de profissional, e que eu me sentia glamurosa, poderosa e rainha do funk cada vez que saía com olhar de diamante. hahaha!

Só que de uns tempos para cá, em meio a todo esse processo de transição natural e vontade de simplificar a vida, tenho pensado a respeito e me veio o questionamento de que talvez eu tenha começado a usar maquiagem cedo demais ou sem muita necessidade. Nunca tive maiores problemas de pele, não sofri com acne em excesso, não tenho muitas manchas, a única coisa que preciso ter atenção é com as olheiras que, no meu caso, é uma herança de família e nada tem a ver com dormir ou não. Eu gosto de maquiagem, mesmo. Mas confesso que ultimamente tem me dado preguiça de investir mais que cinco minutos do meu dia nessa função e, por isso, acabei mudando alguns hábitos e reduzindo um bocado os produtos que usava diariamente.

Cheguei aos 26 anos e não uso mais base. Não uso todo dia, ou sempre que saio à noite, eu sequer tenho uma base. Mentira, tenho uma que eu ganhei e detestei, não caiu bem e prefiro ficar sem a usá-la. Foi assim que tudo começou, inclusive. Estou no auge do meu desafio dos 90 dias sem comprar e não posso comprar uma base nova simplesmente porque não a considero mais um item essencial. Eu uso corretivo, pó, blush, rímel, batom e delineador. Percebi só isso resolve bem meus problemas e que posso me sentir bonita sem precisar rebocar cara todo dia. Então, até comprar uma base nova (que vou limitar o uso a ocasiões especiais), são com esses 5 itens que eu tô me virando. Entendi que muita coisa eu acabava usando sem saber bem o porquê, havia criado uma certa dependência e que acabava negligenciando coisas importantes, tipo rotina básica de cuidados com a pele. Eu melhorei nesse quesito também, agora tenho alguns cuidados e uso alguns produtos que já tinha aqui, mas em breve irei numa dermatologista pra ela me passar uma rotina mais adequada inclusive para meu bolso. :)

Fiquei feliz de ter menos um item pra consumir diariamente e as próximas bases vão ter maior durabilidade. Me contem, alguém aí já teve percepção parecida?

Besos,

Jessy.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Meu armário-cápsula de outono - #1

Preciso começar esse post falando - pra quem não é daqui, vislumbrando que vou ter leitores de outros lugares, kkkkk - que Natal não é uma cidade com estações definidas. Aqui o combo: sol + calor é sempre presente. Existem apenas alguns períodos pontuais de chuva que podem amenizar a quentura mas NUNCA faz frio, portanto usar sobreposições aqui é quase impossível, só se for pra ir ao shopping, cinema ou algum outro lugar com o ar condicionado bem potente. Então, para o meu armário cápsula de outono usei como referência apenas as cores mais neutras: cinza, preto, branco, vinho e camel, essa última é a queridinha da estação. Já expliquei como criei o meu armário nesse post e aqui vou mostrar quais foram as peças escolhidas. Vejam só!








Acho que tudo que eu tinha de preto e branco enfiei nesse armário! Por favor, acho digno vocês aplaudirem de pé a minha criatividade! kkkkk Mas é a combinação mais fácil, mais óbvia, mais chique, menos trabalhosa e eu amo, portanto, deem uma trégua. Já faz mais de um mês que só tenho essas peças disponíveis e ainda não usei algumas porque estou esperando ocasiões especiais, tipo esse macacão nude que é MUITO lindo.

Acho que equilibrei bem a quantidade de peças e, como vocês podem ver, é um armário muito básico e funcional, porém sem ser totalmente sem graça. Existem alguns assessórios que sempre dão uma gracinha a mais no look, tipo o tênis de poá, a ankle boot de argolas e a bolsa de animal print. Com relação às roupas acho que a saia assimétrica, a pantacourt vinho e a camisa jeans floral são protagonistas dos looks básicos deixando-os com ar mais fashionista e atual.

É com isso que tenho me virado nos últimos dias e querem saber? Estou pensando seriamente em adiar por mais um mês (ou dois, ainda vou ver) a troca dele. Tenho até o fim de junho pra decidir e conto pra vocês!

Besos,

Jessy.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Querida mamãe,

Houve um tempo em que as coisas pareciam mais duráveis, a impressão que dá é que vivemos na era descartável onde tudo é encontrado e perdido na mesma velocidade, sabe como? Praticamente todas as informações que recebemos são por meio digital, as pessoas estão cada vez menos dispostas a acumular papéis e, obviamente, mais preocupadas com a questão da sustentabilidade. Maravilha, o caminho é esse mesmo! A vantagem disso é que receber algo escrito em papel ganha outra importância. Escrever uma carta ou num cartão, em vez de e-mail ou mensagem no whatsapp, parece a coisa mais valiosa do mundo. Demonstra preocupação, carinho e cuidado com o presente que se dá. 

Se você, assim como eu, gosta de dar presentes simbólicos, que significam mais do que custam essa dica pode ser útil. Minha irmã criou uma coleção de cartões para presentear as mamães nessa data tão especial que está chegando e eu achei tão bonitinha que resolvi compartilhar aqui. Vocês podem salvar a imagem, imprimir (aconselho que seja em papel reciclado) e eternizar sua mensagem para a pessoa mais importante da sua vida. Eu tenho uma caixinha com lembranças escritas guardadas, sempre que abro é uma alegria poder relembrar as palavras de carinho que alguém um dia escreveu pra mim. Tenho certeza que sua mãe vai adorar fazer o mesmo e guardar pra sempre com muito amor!








Besos,

Jessy.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

5 ideias de decoração para você se inspirar!

Antes de nutrição pensei em cursar arquitetura (publicidade e comunicação social também, abafa! Dá pra ver que eu tinha muita noção do que queria, né?). Mas o fato é que ambientes bem decorados sempre me chamaram a atenção e curto muito a ideia de construir, reformar e dar uma personalidade a tudo. Gosto de apreciar o belo e isso não se restringe à estética de ambientes, se estende a outros campos como roupas - do contrário esse tema não seria recorrente por aqui - maquiagem, cabelos, layouts de blogs, embalagens de produtos, etc.

Acho que tenho um olhar estético aguçado - não sei se consigo aplicar bem isso na prática e talvez o meu lado perfeccionista, que nunca está satisfeito, grite que não - mas gosto de prestar atenção nisso e ao longo da vida percebi que minhas preferências nesse sentido vêm mudando tipo da água pro vinho. Óbvio que o que é bonito pra mim pode não ser pra maioria portanto, respeitando o espaço dos gostos pessoais e enfatizando a ideia de que decoração é uma expressão artística de personalidade, eu inauguro o primeiro post dessa categoria aqui no blog.

Um panorama atual


Meu quarto tem uma parede lilás, móveis com revestimento antigo puxado pro amarelo (houve um tempo que isso era forte tendência de decor, ai que uó!), um quadro de cortiça cheio de post-its coloridos, um banquinho amarelo "chegay" que uso como criado mudo, 3 quadros apoiados em uma prateleira, dois ursos de herança de ex-namorados, um aquário vazio, prateleira com livros, um mural preto de metal pra fotos, que no momento está vazio e uma escrivaninha cheia de fios que me dá o maior trabalho. Deu pra sacar que é tudo bem misturado por aqui, né? Pois é, a sensação de bagunça é constante e a falta de harmonia tem me incomodado. Extra o fato que quase nada disso tem a minha cara, minha personalidade não está expressa aqui e tenho sentido cada vez mais necessidade de limpar essas cores e neutralizar o ambiente.

Vou mostrar algumas ideias que têm feito meus olhinhos brilharem e pretendo aplicar assim que possível no meu quarto.

#Parede cinza 


Primeiro uma historinha (suportem minha prolixidade, "plis"). Eu odiava cinza. O quarto da minha mãe tem móveis cinzas e, logo que chegaram, passei uma semana reclamando da escolha daquela cor: "ai que corzinha mais sem graça". Dentre tantos revestimentos legais eu não entendia como alguém poderia ter escolhido aquele acinzentado mixuruca, quanta falta de criatividade. No entanto, a maturidade vem chegando - ou não - e as opiniões e gostos vão mudando (ainda bem).

Navegando na net em busca de ideias pra mudar a decoração do meu quarto e deixá-lo menos carnavalesco, eis que me deparo com uma paixão nova: o bendito cinza. Infinitos tons de cinza. Pra que se limitar a 50, não é verdade? hahaha Virou uma das minhas cores favoritas da vida pra tudo. Roupas, acessórios, esmaltes, paredes... O layout do blog é cinza, gente! É uma cor tão neutra e fácil de harmonizar que não entendo essa minha aversão anterior, vejam: 



Cinza e branco é uma combinação óbvia, mas é só amor.

Um toque de amarelo pra dar uma alegrada!


#Tijolinho branco na parede


Outra coisa que acho uma graça e fiquei desejando muito desde a primeira vez que vi são esses papéis de parede que imitam tijolinhos brancos. De quebra ainda combinam direitinho com a parede cinza, só alegria!

 
Os espelhos nas laterais deram um efeito bem diferente na parede!

 Amei também o detalhe da luminária!

Numa mistura colorida e cheia de personalidade.


#Cabeceira estofada



Adoro a ideia de caminha de princesa, juntando com a paredinha de tijolos meu quarto vai parecer um castelinho e eu, que tenho 6 anos! Personalidade de gente adulta, a gente continua vendo aqui, "sóri".  Hahaha
Mas sério, cabeceiras assim são muito charmosas e deixam a cama mais imponente e  com ar mais aconchegante, vejam só:


 Cinza no cinza, por que não? kkkkkk 

 Uma amarela vibrante como ponto chave da decoração.

Cinza mais claro e mais clean.

#Washi tape nas paredes



Esse é um dos itens que eu acho mais legal pra imprimir (literalmente) sua personalidade. Você escolhe as imagens que mais se identifica, faz um mix legal e voi lá! Uma parede novinha e cheia de graça! As fitinhas chinesas são uma ótima ideia pra que você não gaste uma fortuna com molduras, dá pra misturar tudo que fica bem original! Já me imagino colando tudo com essas fitinhas no meu quarto, na sala, no corredor, no teto, na geladeira, na máquina de lavar... tá bom, parei.


 Detalhe pro alce de washi tape, já quero.

 Colando inspirações.

Emoldurando coisas de diferentes formas.

#Penteadeira


Isso é funcionalidade. Cansei de suar no banheiro quente me maquiando, fora que é sempre um saco fazer a mudança da minha maquiagem pra cima da minha cama toda vida que vou precisar sair. Sou princesa, tenho 6 anos, meu quarto vai ser um castelo e onde já se viu princesa sem penteadeira? >( -Manhê!

 Amei o contraste da parede de poá e espelho colorido.

 Apaixonada por esse espelho.

Com luzes estilo camarim, muito glam!


Me contem aí, gostaram das ideias?

Besos,

Jessy.


~ Todas as imagens foram retiradas do Pinterest.