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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

SATISFACTION.UPDATE.NEWS

Após um tempo sumidona, cá estou eu de volta! Nem eu achava que iria voltar mais aqui, tamanha a minha falta de ânimo para escrever depois que comecei a questionar a minha insignificância diante do mundo. A verdade é que estou vivendo um colapso existencial há vários meses e, com a chegada do final do ano e as reflexões características do período, só intensificou. Passei a me sentir irrelevante, a brigar com os meus gostos pessoais, a questionar as minhas futilidades e a enfiar na cabeça que eu deveria mudar minhas escolhas e experimentar algo que fizesse voltar a viver a vida em um tempo normal, isso inclui parar de acelerar os vídeos no youtube e de me permitir ser atropelada por tanta informação que não me acrescenta em nada.

A internet virou palco de muito conteúdo bizarro e eu, exigente como sou, comecei a pensar que poderia estar fazendo parte desse grupo. Também me senti muito incomodada com o modo que as pessoas estão levando suas vidas e, mesmo que isso não seja da minha alçada - porque a vida dos outros é dos outros - é impossível assistir a tudo e não se fazer diversos questionamentos. Afinal, que mundo é esse que o que mais as pessoas dão valor são curtidas e seguidores no instagram? Que mais vale compartilhar o momento do que vivê-lo em plenitude? Que necessidade é essa das pessoas que vivem pra mostrar o que têm, o que fazem e o quanto a vida é forjadamente maravilhosa? Quantas amizades efêmeras e rasas. Que coisa tóxica. Tenho andado reclusa mesmo, introspectiva e tido dificuldades de perceber o que é real e o que é só pra "postar no insta". 

Falando nele, eu excluí o que havia criado só para o blog. Resolvi que eu não precisava ser arrastada pra esse mundo fake e que, embora eu já tenha consciência que meu conteúdo é meio relevante e meio bosta - e tá tudo bem, porque eu sou exatamente essa mistura mesmo - não vou entrar nessa de correr atrás de plateia (essa palavra ainda tem acento?). O fato é que olhar para o feed do tal instagram e me deparar com um monte de desconhecidos que havia adicionado pra que me soubessem da minha existência e adicionassem de volta - porque não há outro jeito de começar - não parecia uma vivência importante. 

Já o blog vai continuar e, não sei com que frequência, mas eu vou registrar algo por aqui quando eu tiver vontade e à medida em que a vida for acontecendo. Vai haver conteúdo quando eu encontrar algo interessante pra compartilhar, mas o foco mesmo vai ser voltado para o registro. Acho bem importante registrar os acontecimentos da vida e eu tenho falhado bastante nesse aspecto, provavelmente por causa dessa percepção estranha que adquiri com relação às redes sociais. O blog é uma ferramenta fantástica pra registrar tudo em ordem cronológica, com foto, vídeo e sem limitação de caracteres. (: Em tempos de youtube, me sinto bem vintage, mas eu sempre andei na contramão de tudo mesmo. haha  Findo o desabafo e inicio a sequência de novidades bestas:


NEW 1 ~ SAÍ DA CÁPSULA


Depois de duas cápsulas e de uma monotonia de looks que passou a ser confortável e automática, minha cabeça também "colapsou" nesse quesito, kkkkk. Fiquei me perguntando se já não estava na hora de sair da zona de conforto e lidar com mais possibilidades... e estava. Lembro que voltar a pensar no que vestir foi uma tarefa bem difícil com a qual o meu cérebro não estava mais acostumado. Cheguei a ficar bem impaciente e relutante, questionando também pra quê voltar a investir tempo nisso mas lembrei que por enquanto tenho tempo de sobra. No entanto, acho que em 2017 vai ter cápsula de novo, sim!

NEW 2 ~ DESISTI DO PROJETO FALTANDO 39 DIAS PARA ACABAR



É né, mores. Não me orgulho disso, MAAAAAAAAAAS, resolvi me presentear mais cedo esse ano porque conquistei um grande feito! Descobri que alegria causa mais descontrole emocional que tristeza, minha gente. O resultado foi um rombo no cartão que eu ainda tô me perguntando: "ki ta conteceno"? Não entendi no quê foram embora os meus dinheiros todos, mas foram. De compra meeesmo só tiveram uma brusinha, um shorts e dois sapatos, compras essas que não justificam o tamanho do estrago, mas já tô superando. Só tem R$3,46 na minha conta pra contar a história. ÊÊÊÊÊ! Dá pra um picolé de Caicó no verão. :B Essa sou eu vendo a vida pelo lado positivo!

NEW 3 ~ CURSO DE COSTURA



Eu morro de brigar com meu eu consumista que me ataca quando surge alguma tendência que eu acho mara e nem sei o porquê eu acho mara. Mas eu acho mara. E eu tenho vontade de ter. E eu vou "hipopotizada" até a loja e gasto o dinheirinho comprando a tendência. Volto pra casa segurando a sacola feliz e saltitante. E bato foto me sentindo maravilhosa e moderna.  Mas gente moderna de verdade é futurista, pensa na sustentabilidade e no seu papel diante do consumo exagerado de recursos naturais e de mão de obra. Por causa disso, estipulei como meta aprender a fazer minhas próprias roupas, além de comprar apenas de marcas autorais e lojas que garantem o controle total no processo de produção das peças. É estarrecedor pensar que essa indústria podre subtrai as necessidades básicas do ser humano em prol de maiores lucros. Chega de engordar porcos já obesos


Por enquanto é isso, pessoal. Até breve! :*


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Prepara que tem FESTA!

Essa semana, eu e meu grupo de migas mais deusas, estamos em festa por causa da formatura de uma delas. E se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é de me arrumar pra festas que exigem roupas de gala. Adoro escolher maquiagem, penteado, cor de esmalte, vestido, etc.. É quase como montar um personagem que começa pelo figurino, mas interfere na maneira de se comportar. Não sei vocês, mas eu, quando uso um vestido longo, maquiagem e cabelo arrasadores com um belo salto alto, até a minha postura muda! Me sinto tão poderosa, arrasadora, destruidora da galáxia que não teria medo de dar em cima do Brad Pit, tamanha injeção de autoestima que essa produção toda confere. #miachani hahaha 

O fato é que, se fosse antes, já teria marcado pra fazer maquiagem e penteado com algum profissional, mas, como vocês sabem, estou em fase de economia e gastar com isso, nesse momento, não seria apropriado. Preciso dar um jeito de me virar sozinha nessa empreitada, por isso, estou reunindo algumas referências de maquiagem e penteados pra tentar copiar, abusando do meu talento quase inexistente nesse quesito, vamos a elas.

MAQUIAGENS


Fonte: Pinterest. 

1 ~ Obviamente que tiraria essas aplicações de pontos de luz, mas amei demais as cores das sombras que usaram: pérola, burgundy e marrom, o resultado é infalível. 

2 ~ Uma pele bem feita é a alma da maquiagem, essa aí ficou linda, cara de moça rica. Sombras neutras em harmonia, a típica maquiagem simples que funciona com toda cor de vestido. Pensando seriamente em copiá-la e colocar um batom mais chegay. 

3 ~ Rosa cetim cintilante e marronzinho é uma outra combinação que funciona. :)

4 ~ Já gostei muito de me maquiar, mas hoje em dia perdi o costume e normalmente nem sombra mais eu uso. Quando uso, sempre são de tons bem neutros, maquiagem colorida então, deixo só pra carnaval mesmo, mas essa verde eu achei tão bonita que tô pensando em voltar a arriscar mais em cores, ao menos em situações mais bafônicas

5 ~ Muito ousada em colocar essa referência aqui, até parece que eu consigo fazer esse delineado tão perfeitinho em cima e embaixo, mas não custa sonhar.  Adoro essa mistura de sombras neutras aaaand opacas. Acho que esse estilo de maquiagem totalmente opaco ficaria lindo com esses batons cintilantes que estão na moda agora. 

*Ainda não escolhi a maquiagem, mas penso em sair da minha zona de conforto festiva (nude, dourado e marrom) e apostar em algo mais colorido. :) Vamos ver como vou me sair depois de um bom período usando apenas os itens básicos de maquiagem. Será que vou sair #elvirastyle? OREMOS!

CABELOS



Simples, prático e bonitinho. Talvez seja esse o mais compatível com o tamanho atual do meu cabelo e com meu talento  ou falta dele, pra fazer um penteado.



Acho bacana cabelo todo preso, mas meu cabelo curtinho dificulta um pouco a vida. 



Adoro tranças, se eu tivesse um cabelão apostaria nelas. :D


Outro com trança e parece bem mais fácil que o anterior.


Okay, esse é o último com trança, eu prometo.


Coquinho lateral, despretensioso e lindo. :)

*Todas as ilustrações foram retiradas DAQUI. Clique e confira outras opções.

Espero lembrar de tirar fotos decentes pra mostrar a produção toda aqui, porque ultimamente a minha memória tem ficado muito restrita.


Besos, 
Jessy. 

domingo, 31 de julho de 2016

Cópia autenticada #3


Peças jeans são normalmente as mais democráticas dos nossos armários, fica bem com tudo. Quando estou com preguiça de pensar e quero alguma produção que funcione, não me resta dúvida: me visto inteira de jeans. Foi o que fiz no final de semana passado pra passear com o boy pela cidade. Fomos tirar essas fotos num bairro histórico/alternativo daqui, o meu favorito por sinal, a Ribeira. Aí copiei direitinho a bolsa azul, cabelo preso e óculos espelhado. Fiquei devendo a sapatilha laranja, que eu até tenho, mas não está no meu armário-cápsula e a jaqueta jeans na cintura. #sóri  








Besos,

Jessy.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Desejos da semana ~ "Vida FIT"

Passada a TPM infernal do mês, meu humor volta ao normal e enfim pude viver minha semana sem precisar ficar em observação num hospício. Eu sou muito de fases e agora estou ingressando numa de querer ser um pouco mais fitness. Já tive essa antes mas, como toda fase, passou. kkkkkk :D Voltei a ir pra academia há quase 2 meses, depois de me sentir muito exausta nas aulas de ballet e não aguentar fazê-las até o final. Parece fácil, mas está longe de ser. Pedi ao professor inicialmente um treino de força pra me ajudar nas sustentações que não estava conseguindo fazer direito. Ainda não sei se consigo, na verdade, porque estou de férias e as aulas do ballet só voltam semana que vem. Estou ansiosa pra ver como me saio. Então, todo esse blá blá blá é pra dizer que a maioria dos desejos da semana é voltada para esse nicho específico que não envolve só estética, mas também saúde.

Fonte: Pinterest.


1 ~ Brigadeiro Fitness


Meu paladar é doce, tenho desejos de comer doce constantemente, e principalmente depois do almoço. Preciso desenvolver alguma receita que me satisfaça nesse quesito sem dar aquela velha escapulida da dieta.

2 ~ Receitas saudáveis


Num geral, eu já me alimento bem, claro. Sou formada em nutrição e, embora não atue na área, minha consciência não me deixa comer qualquer porcaria fora de hora. No entanto, preciso aprender a fazer novas receitas porque ando enjoada de sempre comer a mesma coisa. 

3 ~ Essa falta de pança


Thabata Chang é a dona do corpo mais cobiçado do momento, seguir esse cerumano no instagram é uma boa estratégia nos dias de preguiça de ir pra academia. Que barriga é essa? :~ 

Fonte: Pinterest.


4 ~ Clarear o cabelo


Já tive cabelo loiro recentemente, mas num retoque deu uma merda e eu corri pra escurecer de novo. Mais uma decisão precipitada pra conta. :D Quero voltar em breve.


5 ~ Oxford plataforma prateado


Amo muito esse modelo de sapato, é fashionista e futurista, tem um quê de esquisito, mas me conquistou. KIRIA, mas só poderei comprar daqui a 151 dias e é claro que, depois de quase uma vida inteira, não vou querer mais. :D


6 ~ Pôr do sol no mar


Esse desejo é simples e eu vou realizar nesse final de semana, certamente. Poucas coisas na vida são melhores que ficar o dia que nem uma foca encalhada no mar e vendo o sol indo embora. :D Me sinto outra!


Besos,

Jessy,

domingo, 24 de julho de 2016

Cópia autenticada #2

Quando eu era pequena, minha irmã, 7 anos mais velha, era minha referência de tudo. Queria ter tudo igual a ela, os cabelos principalmente, porque enquanto eu acordava bem Elba Ramalho, ela acordava princesa (ainda bem que inventaram a chapinha). Se ela prendesse o cabelo num rabo alto, eu pedia pra fazerem igual em mim, acho até que se ela usasse clogs (modinha que eu nunca consegui gostar), eu usaria também. Ela foi a primeira pessoa que eu quis copiar, agora estamos aqui copiando os outros. hahaha :D

Na adolescência as coisas foram mudando, ela passou por um período de negação fashion e eu, de ousadia fashion! Enquanto ela usava camisetas gigantes de propaganda com calça jeans, tênis vermelho e cabelo amarrado, eu usava saias de tule, all star de todas as cores, meia calça, camisetas e pulseiras de spike denotando toda minha rebeldia. Lembro que fui assim pra formatura dela e o resultado foi obviamente catastrófico: atraí muitos olhares e um fotógrafo queria me fotografar o tempo inteiro, socorro! kkkkk Perdi a maioria das fotos desse dia, ainda bem.

Depois, tudo mudou, mais uma vez. Os períodos de desleixo total e de ousadia total foram superados e, com o acesso à moda cada vez mais democrático em função do BOOOM dos blogs desse segmento, nosso estilo foi sendo, digamos, lapidado. kkkkkk Eu apresentei alguns blogs a ela, porque nessa época eu era mais antenada (isso já mudou de novo, kkkk), e ela aprendeu direitinho o que ensinavam, passou a seguir tendências e fazer combinações mais interessantes. Hoje ela tem um guarda-roupas cheio de peças bacanas e a cada vez que ela vem aqui, aproveito pra usar algumas, temos sorte de usar o mesmo número em quase tudo. Fato é que hoje ela voltou a ser minha referência e é por isso que ela está aqui, estreando como convidada dessa coluna. 

Ah, antes eu preciso dizer que hoje em dia ela mora em Curitiba e os looks dela serão completamente diferentes dos meus por causa da diferença de clima, o que é ótimo porque vai trazer mais diversidade por aqui. Agora vamos ver o que ela tentou copiar. :D



Adorei a combinação, é básica, mas não sem graça. Acho que a parka, que é a chave do look, deu à produção um ar mais "trend". Gostei da substituição do scarpin pela botinha, foi uma decisão apropriada já que ela tinha ido bater as canelas no shopping. :D 

 Selfie de elevador, porque nessa tem a bolsa.




É isso, mais uma cópia efetuada com sucesso.

Besos,

Jessy.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Recortes do FDS #1: 3 lugares para ir em Natal/RN

Não costumo escrever sobre o que faço ou deixo de fazer aos finais de semana porque ultimamente não mudam muito, diferentemente de 2015, estou numa fase bem caseira nesse 2016. São 3 os motivos que me fazem preferir ficar em casa do que me aventurar nas baladinhas e saidinhas aleatórias:
1 ~ Minha rotina de estudos;
2 ~ Mudanças de humor que me fazem desistir de programações existentes (sim, quem nunca?);
3 ~ Poucos dinheiros. :B

No entanto, nesse final de semana, resolvemos sair da rotina e conhecer alguns lugares. Eu adoro conhecer lugares novos, descobrir coisas legais pra sair da mesmice, sabe? Tinha esquecido como era bom e, coincidência ou não, depois dessa desopilada, me senti mais motivada pra estudar e tenho conseguido bater a minha meta certinho! UPI! Certamente vou fazer mais vezes. Bom, vamos ao que interessa. Conheci três lugares novos, bem diferentes entre si porque não somos obrigados a seguir padrões (kkkk), e já não vejo a hora de voltar em cada um. 

Bar do Dedé


Sim, vamos começar pelo bar! Esse bar é nada mais nada menos que um boteco conhecido por ter a melhor coxinha da cidade. O local é muito simples e parece ser bem tradicional, daqueles que têm clientes fiéis, sabe? Ninguém dá nada pelo lugar, foi uma surpresa muito boa e a coxinha é realmente excepcional, simples e sem invenção, lembra as da escola na época em que não economizavam "flango". As coxinhas começam a sair em torno das 16:30h e tem cerveja boa por lá, pra quem não aguenta mais tomar "gela".

 Água com gás e limão pra mim, cerveja pra ele. As coxinhas não parecem tão boas na foto, mas são! hehe :B 


Bocaditos


Eu, miacabano na torta e o boy pediu cupcake de churros e um expresso. 

Já tinha ouvido falar e visto fotos no instagram, essas docerias sempre fazem uma propaganda forte nas redes (confesso que já parei de seguir algumas por falta de autocontrole) e já tinha babado algumas vezes vendo as fotos dos doces de lá. Eu amo tortas, bolos e sobremesas em geral e a torta de ninho com morango de lá é uma delícia. A massa é levinha, parece nuvem, não enche tanto e não enjoa. Não é daquelas que dá pra dividir com outra pessoa, sabe? Não, não... o "cerumano" come e ainda acha que comeria mais. E comeria. Outro forte de lá são os cupcakes, eles ofertam uma boa variedade de sabores. Nada de muito exótico ou extraordinário, são certeiros e vendem os que funcionam, mas já dá pra uma pessoa indecisa que nem eu ficar atrapalhando a fila parada na frente da vitrine sem saber qual escolher. Falando em fila, lá estava cheio. Não tinha mais lugar pra sentar dentro porque o local é minúsculo e 6 pessoas já são suficientes pra deixá-lo lotado. Têm mesas na parte de fora, foi onde fiquei, mas as cadeiras estavam molhadas porque no dia que eu fui tinha acabado de chover. Apesar desse aperto, o lugar é uma gracinha. Acho até que o fato de ele ser pequeno o deixa mais especial. Dá aquela sensação de se a coisa de "difícil acesso" então é boa, sabe? E realmente é. :P


Mormaço


Que lugar mais incrível. Decoração linda, vintage com elementos "da roça", iluminação alternativa com luzinhas pequenas, telhado de plantas e semi aberto (não dá pra ir em dia chuvoso). O cardápio oferece petiscos, sanduíches e pizza, coisas não muito rebuscadas, pra combinar com o clima descontraído e jovial do local. Fomos no domingo e tinha música ao vivo, era um cara fazendo voz e violão com um repertório riquíssimo pra ninguém botar defeito. A comida é uma delícia, sério, me impressionei. Pedimos um combo de 3 escondidinhos de sabores diferentes (shitake, camarão e carne de sol) pra provar um a um, e um sanduíche de camarão delicioso. Estava tudo maravilhoso, saí encantada com o lugar e fico com água na boca só de lembrar daquele sanduba. :P Virou um dos meus lugares favoritos pra ir à noite, quem gosta de se aventurar por lugares não-tradicionais, é uma excelente opção.

Bons drinks + comida delícia = só felicidade.



Besos,

Jessy.

domingo, 17 de julho de 2016

Cópia autenticada #1

Estou sem celular ainda, o instagram ainda está às moscas e não tenho previsão de quando terei outro. A assistência ainda não me deu nenhuma resposta e, por enquanto, sigo sem nenhuma comunicação. E aí a boa notícia: acreditam que nem tô mais sofrendo? Em menos de uma semana já estou bem mais adaptada a essa nova vida, óbvio que sinto falta das redes e de falar com os migos, mas decidi que não vou tomar nenhuma decisão precipitada e continuarei esperando pacientemente o posicionamento da assistência, para então resolver o melhor a se fazer, já que esperar não é mais um martírio. 

Ontem aluguei o boy e fizemos umas fotos pra inaugurar logo a coluna que tinha comentado no post do novo armário-cápsula. É importante avisar que os meus looks não vão ficar exatamente iguais aos das minhas inspirações por motivos de o armário ser bem reduzido/limitado. Como o desafio é não sair da cápsula, é fácil perceber que cada look não vai sair tão igualzinho e sempre vai ter um sapatinho diferente, um estilo de peça que eu não vou ter, etc.. Mas, no fundo, no fundo, vai dar pra sentir a inspiração. hehehe Dito isso, vamos à primeira cópia!



Eu adorei essa mistura de jardineira camelo com cropped listrado, assim que bati o olho lembrei que poderia tentar algo parecido e até que ficou, vai. Comprei recentemente esse macaquinho e estou muito apaixonadinha. Adoro o tecido dele meio de camurcinha, a cor (virou uma das favoritas) e também o fato de ele ser shortinhos e me dar maior liberdade na vida. :D O que mudei mesmo foi a bolsa, porque adoro misturar estampas (listra + oncinha) e, claro que não ia perder a oportunidade; e a sandália porque estou numa fase total conforto e ando optando por usar sapatos sem salto, quase sempre.  Achei que ficou gracinha o look, excelente pra passear numa tarde de sábado tranquila. :)





E aí, curtiram? :B

Besos,

Jessy.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Offline

É, off. Quase como estar sem um pé. Desenvolvendo alguns transtornos psicológicos como ansiedade e inquietude, mas o primeiro mesmo foi o pânico, assim que saí da assistência técnica e percebi que só sabia um número decorado (da minha mãe) e que se, por acaso, acontecesse algum desastre eu nem teria como ligar. Foi aí me dei conta de algo que, até o momento, ainda não tinha percebido: desenvolvi a pior relação de dependência emocional da vida e foi com o meu celular.

Depois vieram indagações que me deixaram verdadeiramente assombrada: Que dia foi que eu fiquei tão dependente dessas conexões desconectadas de hoje em dia? E se além do celular eu ficasse sem internet em casa e não pudesse mais estabelecer contato instantâneo com ninguém, o que sobraria? É bizarro pensar nisso. Eu ainda estou em choque com todas essas descobertas sobre mim porque a verdade é que não me achava tão excessivamente viciada em celular como várias pessoas que vejo por aí. Eu interajo com as pessoas quando as encontro, não lembro quase nunca de gravar snapchat nos lugares e sou dessas que cobram atenção e mandam o povo guardar o celular quando estão exagerando demais, sabe? Fora isso, eu não tenho facebook há mais de dois anos e nem lembro de ter sentido falta dele. Logo eu que vivo falando que odeio excessos estou chateadinha com o rapaz da assistência técnica que ainda não ligou (no cel da minha mãe) pra dar o resultado da avaliação? Poxa vida, quanta incoerência. 

Até agora são apenas 35h sem celular e a vida é outra. Parece que o relógio voltou ao normal e a sensação é de que o tempo não voa mais como antes, o que pode ser bom tendo em vista as velhas reclamações com relação a escassez de tempo. É impressionante o conforto que a vida conectada nos proporciona, coisas que a gente só se dá conta quando fica sem. Ontem eu tive que cozinhar e, esperar o tempo do macarrão ficar pronto, foi um suplício. Liguei na rádio e tava passando a voz do Brasil, o pendrive disponível (que não era meu) tinha uma grande variedade de CDS de um artista só: Wesley Safadão. Nada contra o cara ou quem curte, eu posso até me divertir ouvindo em algumas situações bem específicas, mas não é nem de longe o meu estilo de música favorito. Nada como o DEEZER que conhece os meus gostos musicais pra cada hora da vida. 

Fora os hábitos que a gente cria, inclui na rotina e nem percebe. Como iria dormir sem antes ver as novidades no snapchat? E o que eu iria fazer ao acordar e não abrir o instagram? E, falando nele, como vou tirar fotos pra alimentá-lo? A coluna nova do blog que inauguraria essa semana, como vou fazer fotos? A vida não tava fácil e a culpa era toda minha. No desespero cogitei até voltar para o facebook pra tentar estabelecer contato com as pessoas da terra, porque ficar sem celular é bem isso mesmo, uma sensação de distanciamento tão estranha que é como se você não participasse do mundo. 



Hoje foi um dia difícil mas foi menos do que ontem. Ainda devo ter tateado a cama (ou escrivaninha) automaticamente em busca do meu celular, entre uma atividade e outra, mais ou menos umas 3 vezes, enquanto ontem, eu nem saberia dizer quantas vezes isso aconteceu. A vida é outra, realmente. Eu poderia ter comprado um celular novo (ainda que dividido em 10x), poderia ter ido novamente na assistência cobrar um posicionamento do rapaz e poderia ter usado o celular da minha mãe pra atualizar o instagram, mas optei por não fazer nada disso (ou não ainda, talvez amanhã essa atualização do insta até role). Penso que, como sempre, vou aprender coisas boas com essa situação um tanto adversa, ao menos pra mim. 


Besos,

Jessy.


sexta-feira, 8 de julho de 2016

NEWS: Armário-cápsula de inverno (adaptado) e coluna nova

Já registrei aqui as inspirações de moda que eu queria pra esse armário de inverno (ainda que eu não tenha um inverno propriamente dito) e, passado esse momento de "confusão criativa" hoje eu vim mostrar o resultado e contar pra vocês as mudanças que eu resolvi adotar dessa vez. Sim, tomei a liberdade de mudar algumas regras pra dinamizar um pouco a vida fashion, que eu estava achando monótona demais. Criar esse armário foi bem mais difícil que o anterior porque queria atender a uma vontade muito difícil de resumir: ser tudo em uma só. Meu estilo não é muito bem definido, depende do meu humor que em função da bipolaridade (não diagnosticada, ainda) muda muito. Fora que não queria usar preto e branco por obrigação, como na cápsula anterior. Dessa vez eu resolvi incluir cores, muitas mesmo, tantas que eu tô curiosa pra saber se vai funcionar ou se vou andar lançando moda exótica por aí. kkkk 



Total: 15 peças.


Total: 13 peças.

Total: 6 peças.

Total: 5 pares.


Como vocês podem perceber, a primeira mudança foi no número total de peças, de 37 do armário anterior, passei pra 39 no atual. Achei necessário esse aumento porque como não é mais tudo só preto e branco, nem todas as peças de baixo combinam com as peças de cima e, por isso, precisei ter mais opções pra fazer as combinações. Também confesso que me empolguei com as roupas novas que comprei e quis enfiar todas na cápsula pra usar logo. #ansiedade hehe

A segunda mudança foi no prazo de duração, aumentei em 1 mês o período do armário, em vez de 3 vai durar 4 meses, e ainda corre o risco de durar 5 ou até 6 meses também, depende das coisas aleatórias da vida que eu não posso prever. Comecei em 27 de junho e vou acabar em 27 de Outubro. Essa mudança achei pertinente em função da minha rotina atual (tô voltando a estudar direitinho para concursos), e como só saio aos finais de semana, achei que precisava de mais tempo para aproveitar mais combinações.

A última mudança é uma coluna que vou lançar aqui no blog chamada "Cópia autenticada", a cada 15 dias eu vou tentar copiar um look do meu painel de inspirações usando apenas as peças do armário-cápsula. A novidade maior é que convidei minha irmã pra fazer também e ela topou! Vai ser uma oportunidade de a gente se divertir um pouquinho copiando o povo descaradamente. :D

Estou feliz com o resultado, acho que consegui dinamizar mais as regras e vou conseguir colocar em prática todas as inspirações que eu planejei. 


Besos, 

Jessy.



terça-feira, 5 de julho de 2016

Minimalismo


Esses dias estive pesquisando sobre o minimalismo, busquei aprofundar as informações a respeito e resolvi fazer um compilado e publicar aqui pra vocês. Obviamente, entre uma informação e outra, vou contar historinhas da minha vida, ou nem seria eu. De todo modo, vamos começar pelo ponto de partida, por onde tudo costuma iniciar: fatos históricos.

História e conceito


O conceito de minimalismo foi inicialmente concebido no século XX, em que os artistas da época começaram a utilizar poucos elementos em suas criações, fossem em pinturas, músicas, design ou arquitetura. Criou-se a estética minimalista pra depois vir a filosofia. Só depois perceberam que essa ideia de redução poderia ser aplicada à vida, criando-se uma proposta de estilo de vida minimalista, o qual estimula as pessoas a descobrirem o que é suficiente e eliminar o resto. A ideia toda gira em torno disso mesmo, é simples, não dá trabalho nenhum pra entender. Minimalismo nada mais é do que minimalizar, reduzir ao mínimo.



Estilo de vida


É preferível que, aos poucos, as pessoas consigam aplicar o conceito em todos os campos da vida, não só levando em consideração o aspecto material mas, sobretudo, o emocional. Acredito que - claro, dando espaço para a subjetividade de cada ser humano - seja mais fácil eliminar os excessos no campo material que, por ser palpável, detemos mais o controle. É mais fácil ficar sem comprar supérfluos do que se livrar de algum tipo de emoção indesejada, por exemplo. Invariavelmente, é controlar o cartão de crédito é mais simples do que controlar essas zonas sentimentais do cérebro. Pode parecer papo de discussão com terapeuta, mas é bom que a gente reflita sobre. 

Eu lembro de, por diversas vezes na minha vida, ter dito sonoramente que odiava excessos. Antes mesmo de me dar conta de um monte de coisa e de saber qualquer coisa sobre minimalismo, sempre falava isso, geralmente me referindo ao exagero cometido por algumas pessoas e enfatizando a busca pelo equilíbrio. Claro que poderia soar muito incoerente pra algumas pessoas pois - entra de novo a subjetividade dos julgamentos de uns para com os outros - o que é excesso pra uns, pode não ser pra outros e o que é suficiente pra uns, claramente, pode não ser pra outros. A lição que podemos tirar disso é que devemos encontrar felicidade no nosso equilíbrio. Minimalismo é também reduzir o excesso de importância que damos às opiniões alheias. Os outros são apenas outros.

É necessário entender que cada um vive numa conjuntura diferente e tem graus de desapego/disposição diferentes. Toda iniciativa na busca de evolução da consciência, por menor que seja é válida, seja a pessoa que tem 67 bolsas e decidiu não comprar mais nenhuma ou a que resolveu largar tudo e viver com 57 itens essenciais como o Bogue (se tiver curiosidade sobre ele, dá uma googlada). Essa significação subjetiva deve ser respeitada. Se para alguns praticar o minimalismo significa tirar do armário a maioria das peças, pra outros pode significar deixar de lado um emprego de anos e ir em busca de um modo próprio de trabalhar com intuito de reduzir preocupações e levar uma vida menos estressante. Pode significar também trocar o carro pela bicicleta ou abandonar o smartphone. Depende do que cada um considera essencial pra vida. Não existe um padrão de atitudes, tente descobrir o que as pessoas que seguem o estilo fazem e se você seria mais feliz se adotasse alguma dessas coisas, certamente vai acabar se surpreendendo com suas descobertas.

Dez mandamentos de Bogue para ter uma vida minimalista:

1. Organize seu espaço

2. Elimine uma obrigação

3. Ande devagar

4. Remova cinco coisas da sua vida

5. Limpe sua caixa de e-mails

6. Selecione criteriosamente quem é seu amigo

7. Tome uma decisão importante

8. Passe uma hora em silêncio

9. Saia de pelo menos uma rede social na internet

10. Faça uma coisa que realmente ame




Metas de 2016 


Eu, por exemplo, já fiz algumas mudanças nos meus hábitos (e tenho planos de continuar fazendo), levando em conta essa filosofia. Desde o início do ano, quando fui escrever as metas de 2016, mesmo sem ter feito pesquisa nenhuma a respeito, apenas em virtude de uma necessidade ora latente, escrevi a meta número nove: consumir conscientemente tudo. Chegamos em julho e, me deu um desespero porque tive a velha sensação de que o ano está voando e não realizei nada. Ao revisitar a agenda tive a feliz surpresa de que eu estou no caminho certo pra conseguir realizar a maioria! Quase todas as metas envolvem de algum modo a economia de dinheiro ($$) e quem acompanha meus projetinhos sabe que eu estou evoluindo bem nesse sentido. Outras são de organização da rotina objetivando conseguir fazer tudo que eu gosto sem negligenciar as tarefas essenciais, comentei sobre isso no post passado e acho que finalmente tá rolando também, e algumas outras envolvem realizações pessoais, materiais e espirituais.

Com relação ao consumo consciente acho que a maior realização foi a criação desse blog, onde eu escrevo sobre o assunto, registro minhas evoluções e incentivo outras pessoas a mudarem a forma de pensar. Fora isso, eu tenho feito mais coisas a pé (tenho sorte de morar perto de tudo), aproveitado melhor o tempo com coisas úteis (priorização), gastado menos dinheiro com aquisição de bens materiais, prestado mais atenção na alimentação (já reduzi consideravelmente o consumo de carne vermelha) e eliminado rodízios de comida da minha vida que, na minha opinião, só servem pra pessoa comer além do que precisa, coisa que já considero um estrago.

Minimalismo e a estética da moda


Outra aplicação do minimalismo se relaciona com a moda e redução de decisões tomadas nesse sentido. Acho que todo mundo já leu sobre os maiores ícones se vestirem sempre do mesmo jeito e dentre os exemplos estão Steve Jobs, Karl Lagerfeld e Mark Zuckerberg. Esse povo importante que já precisa tomar muitas decisões importantes na vida resolveu adotar um estilo único e se vestir sempre no mesmo padrão pra não ter que decidir também sobre isso.

Hoje em dia a estética minimalista está muito em alta e consiste basicamente na utilização de cores neutras que combinam entre si, estampas discretas e poucos assessórios, aquela velha história do "menos é mais". No entanto, o minimalismo não é para todo mundo. É bom lembrar que nem todos se encontram nesse estilo e que a forma que as pessoas se vestem deve ser uma manifestação do que querem ser. A moda é livre. Ser "minimal" não pode ser um assassinato à sua personalidade, às vezes pode ser só uma fase de descobertas, nem que sirva pra descobrir que você não consegue ser minimalista.

Ao contrário do que alguns pensam, o minimalismo não é contrário à moda e tendências. A diferença é que as pessoas adeptas dessa filosofia, quando compram algo que está em alta, não pensam em usar por prazo determinado e buscam formas de aumentar a  longevidade da peça, pouco se importando se estarão "fora de moda". Por mais que tenhamos uma percepção errônea de que elementos da moda devem ser dotados de certa extravagância, a elegância reside na simplicidade. É apenas uma impressão de estilo mais limpo, que não necessariamente deve ser sem graça e também não é só usar preto e branco, embora essa combinação clássica seja uma verdadeira facilitadora de estilo, motivo pelo qual as pessoas acabam recorrendo bastante a esse truque.

Por fim, é importante saber que embora essas vertentes do minimalismo caminhem juntas, não é necessária a aplicação em sua totalidade. Uma pessoa pode ser apreciadora da estética minimalista, se vestir de tal modo e não possuir hábitos de vida minimalista. Da mesma forma, uma pessoa com visual repleto de informações de moda pode adotar outras práticas minimalistas em sua rotina.

Por enquanto é isso, espero ter contribuído minimamente (haha!) para o entendimento de vocês sobre o assunto e coloco-me à disposição no caso de dúvidas em que eu possa ajudar.

Besos,

Jessy.



sexta-feira, 1 de julho de 2016

Bate-papo: 1 de Julho - Novo Desafio - Nova rotina

Fonte: pinterest.


Sim, mal acabou o desafio dos noventa dias e já chegou 1 de Julho, dia em que estou iniciando um desafio mais ousado de passar 180 dias (6 meses) sem comprar nada supérfluo. Minhas expectativas são as melhores, fiz boas compras do que eu estava precisando (estou esperando chegar algumas coisas pra poder mostrar tudo aqui), então estou tranquila e confiante, com a sensação de que me preparei bem e que, por isso, não vou sentir falta de nada e que vou conseguir numa boa resistir às tentações que estão por vir. Vamos aguardar os próximos dias. kkkkk Autoconfiança bombando por aqui hein? #ExpectativaXrealidade

Mudando um pouco de assunto, quem em segue no Snapchat já sabe o quanto eu fico ficava reclamando da mesma coisa por lá: falta de tempo. Não estava sabendo administrar o meu tempo de uma forma que me deixasse satisfeita com o rumo da minha vida, acabava atropelando umas tarefas e me achando bem improdutiva. Eis que eu percebi que o problema foi justamente não ter organizado direitinho na planilha do excel uma rotina - viável - pra seguir, como sempre fazia. Até fiz um post muito filosófico aqui enfatizando a importância de afrouxar o nó da rotina... Cof, cof! Gente, se aquele post inspirou vocês e têm dado certo, ótimo. Mas pra mim só serviu pra eu afrouxar demais a parada e ver que eu não funciono com uma rotina aberta e que preciso SIM de horários certinhos pra conseguir me direcionar na vida. 

Momento analogia besta: sabe quando a pessoa tá com muito sono ou com muita fome e não consegue tomar uma decisão simples? Sou eu sem uma rotina certa. Pareço que tô com sono/fome, fico perdida e não consigo tomar uma decisão do tipo: ir pra academia depois do café, depois do almoço ou antes do café?. kkkkkk Tudo bem, na época do post eu estava precisando de férias mesmo e, de qualquer forma, foi útil. Mas agora estou feliz que estou conseguindo organizar minha rotina incluindo tudo que eu preciso dar atenção e priorizando, de fato, as tarefas que são mais importantes. Pretendo conseguir manter os dois posts semanais por aqui, que é uma espécie de refúgio, válvula criativa de escape ou, nada mais que, um depósito de mim. 

Acho que por ora era só isso que eu tinha pra falar, vamos começar julho com muita animação e determinação! 

Besos,

Jessy.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Dicas para escolher imagens para seus quadros

Fonte: Pinterest.


Uma das coisas que mais gosto em decoração são as paredes galerias, aquelas que parecem uma exposição de quadros. Adoro ver como as pessoas escolhem as imagens e, na minha opinião, diz muito da personalidade de cada um. Não sei vocês, mas eu gosto de tanta coisa que fica difícil escolher o que colocar na parede. Tenho lua em libra, então não tinha como a indecisão não fazer parte da minha vida. #soumística kkkkk  Foi daí que eu criei um método que me ajudasse a compor uma parede de quadros bacana e resolvi compartilhar aqui, vai que ajuda. 

Primeiramente, acho válido você fazer um estudo sobre sua personalidade, avaliar quais são seus hobbys e gostos pessoais fazendo perguntas a si mesmo, por exemplo, de que animais você mais gosta? Quais cidades você ama e fazem sentido pra você? Qual seu perfume favorito? Existe alguma filosofia de vida que você acredita? Respondendo a essa perguntas você pode ir selecionando imagens que ilustrem suas respostas e que, consequentemente, traduzam sua personalidade.

Eu, por exemplo, amo cachorro, tenho uma verdadeira simpatia por flamingos, sou adepta do minimalismo, entusiasta do movimento slow fashion, tenho sonho de conhecer Paris e Londres, sou apaixonada por ballet desde criança - embora tenha começado a fazer aulas já adulta - e não sei de cabeça a posição dos países nos continentes. Por aí já dá pra saber o que eu vou selecionar pra montar a minha, não é mesmo? Já adianto que um mapa não vai faltar! #antageográfica hahaha

Você também pode usar imagens de quadros dos seus pintores (Frida s2!) ou ilustradores favoritos, frases legais, capa do seu CD favorito ou filme, enfim. É só usar criatividade e vasculhar a internet à procura de tudo isso e compor a sua parede galeria. Andei separando algumas imagens e não vejo a hora de montar a minha!

Besos,

Jessy.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Desafio cumprido e Wishlist consciente: 10 itens para aquisição imediata.

Foram 90 (eu disse NO-VEN-TA) dias sem comprar nadinha. Esses dias de detox consumista foram essenciais pra que eu pudesse adquirir consciência de consumo. Aprendi a ir ao shopping e não levar nada, a encher carrinhos de loja online e ver os itens acabando sem sucumbir à vontade de passar o cartão de crédito e me controlei diante de promoções bafônicas. É engraçado porque só agora sinto que sou dona de mim, que tenho um cérebro pensante e que os desejos imediatistas não me impulsionam mais. Essa sensação de controle é surreal de boa.

Terei 9 dias pra comprar o que quiser até o próximo desafio dos 180 dias, vamos ver como eu me saio! Em outros posts já comentei que uma das facilidades que o armário cápsula proporciona é justamente o direcionamento das compras. Em vez de sair comprando por impulso (prática que a gente quer abolir), dá pra pensar bem e elaborar de forma consciente uma listinha das coisas que você percebeu que de fato faltam no armário. Mas primeiro vamos falar sobre as percepções e descobertas válidas que tive nesse período e como o armário cápsula motivou as minhas compras.

Durante a minha trajetória fashion, acho que demorei a entender algo que todos que têm o mínimo de noção de moda diziam: 

"Os assessórios dão o tom do look." 

Não é nem que eu não tenha entendido, claro que eu sempre soube, mas sei lá o porquê na minha vida eu sempre dei mais importância às roupas. É o que primeiro as pessoas olham, e, pelo menos pra mim, sempre teve peso maior na hora de escolher como saio de casa. Não sou daquelas que começam escolhendo os sapatos, até porque nunca tive muitos. Eles eram basicamente um tapa-buracos, algo que eu praticamente ignorava e, por isso, tenho os mais básicos que alguém pode ter. hehe E com as bolsas, o pensamento permanece e talvez seja um pouco pior, vaidade quase 0 com bolsa. Nunca tive coragem de pagar caro em alguma. Mas como vamos melhorando nosso nível de consciência ao longo da vida, mudando de opinião e de gostos, eu acho que estou mudando isso também. 

Como já adquiri uma quantidade bem razoável de peças de roupa, foi nesse armário cápsula que eu percebi a importância dos acessórios! Pude notar que tenho boas peças de roupas no armário e que não preciso comprar muita coisa, ufa! Já os sapatos são uma decadência! A maioria estavam bem velhos, tive que me desfazer de 3 - duas sapatilhas e a minha sandália bege de guerra que praticamente não saiu do meu pé durante uns 3 anos da vida. Essa sandália, coitada, foi uma guerrilheira mesmo. Aguentou sambas, lama, shows, passeios intermináveis em shopping, etc. Era sempre a minha escolhida nas ocasiões em que eu precisava calçar algo que fosse confortável. Detalhe que a bichinha já tinha passado até por uma cirurgia, quando as tachinhas do salto começaram a cair, eu fui num sapateiro e ele teve a brilhante idéia - só que nunca - de colocar uma fita dourada pra tapar os buracos. Ficou horrível, mas o amor era tanto, que eu ainda a usei um montão e só me desfiz dela agora. #luto #sniff

Notei que ao contrário do armário cápsula, sempre tive uma sapateira cápsula e que já usava "as boas práticas do consumo consciente" - consertos, comprar menos, usar até não poder mais, dentre outras -  nos sapatos e bolsas. Mas, com o passar do tempo, começou a me incomodar o fato de ter tão poucas opções porque me limita na hora de escolher o que vestir já que os assessórios salvam a carinha sem graça de um look básico. Estou numa fase de sapatos baixos e tenho poucos bonitinhos. Foi aí que eu decidi que preciso ter mais variedades nesse quesito e foi pensando nisso que eu montei a minha primeira whishlist consciente da vida:


1 ~ Sandália bege salto bloco comfy

Eu dei minha sandália de guerra portanto preciso de outra combatente com as mesmas características e eficiência, tipo essa aí. :)

2 ~ Gladiadora branca

Já faz um tempo que eu me apaixonei pelas gladiadoras rasteiras, são confortáveis e estilosas, e essa branca é só amor, gente. #vemnimim hahaha

3 ~ Sandália Jeans

Assim, não é que eu precise de uma sandália tão específica, tipo jeans. Mas eu preciso de mais sandálias confortáveis e diferentes pra ter mais opções pra usar no dia a dia quando quiser fugir um pouco dos tênis e sair mais arrumadinha. Essa aí me pareceu uma boa opção.

4 ~ Ankle boot 

Tenho só uma preta que já está ficando bem desgastada de tanto que uso. Ela só falta caminhar sozinha... Pra dar uma folga pra coitada, melhor uma companheira pra revesar.

5 ~ Bolsa branca 

É um dos assessórios que mais têm me chamado atenção nos últimos tempos. Na minha opinião elas dão um ar de riqueza ao look, são fáceis de combinar e eu decidi que preciso da branca também. O único problema é que devem sujar um bocado. grrrrr, nem tudo é perfeito.

6 ~ Bolsa preta

Alerta desespero: ION-ION-ION! Pode alguém na vida não ter bolsa preta? Se eu mesma acho errado não ter bolsa preta, que é o básico do básico, porque vou permanecer nesse erro, não é mesmo? cof, cof!

7 ~ Bolsa saco

Cinza é minha cor favorita do momento, já que vou ter que ter bolsas preta e branca, a cinza também tem prioridade. haha Amei essa com modelo de saco.

8 ~ Calça Pantalona branca

Eu amo calça pantalona, além de chiques são muito confortáveis, e de quebra ainda alongam a silhueta. Tenho só uma azul marinho que já usei nesse armário cápsula e não me imagino sem uma no próximo.

9 ~ Calça Boyfriend

Já faz tempo que eu ensaio comprar uma calça assim e por algum motivo, que nem eu sei explicar qual é, nunca comprei. Como já faz tempo que quero e continuo querendo, resolvi adicionar na minha lista.


10 ~ Calça jeans preta rasgada no joelho

Eu descobri que tenho poucas calças usáveis no dia a dia e com essa pegada mais despojada. Só amor por esse modelo, portanto... err.


É isso aí, agora vou ali comprar todos os itens e já venho!

Besos,

Jessy.

sábado, 18 de junho de 2016

Inspirações para a próxima cápsula

Faltam apenas 4 dias para o minha cápsula de outono acabar e estou em processo de buscar inspirações e decidir como vai ser o "Mood" dos próximos 3 meses. É como uma criação de uma coleção, só que dentro do próprio guarda-roupas e confesso que é algo que além de me por a pensar, me diverte! Eu gosto desse processo criativo envolvendo roupas, seja o styling (com as peças já prontas) ou a criação da peça mesmo, escolher tecido, modelo, cores, enfim. 

Como vocês puderam perceber, essa cápsula de outono teve uma pegada bem minimalista e, por isso, a criação foi bem simples. Escolhi 5 cores neutras que combinavam entre si e selecionei algumas peças novas que queria inaugurar e outras já existentes por aqui que eram preferidinhas. *Vejam como criei meu primeiro armário nesse post! E em uns 30 min a "coleção" estava pronta! Amei passar esses três meses experimentando da "praticidade minimal", é impressionante como o trabalho diário diminui e simplificar a vida foi o motivo-chefe pelo qual eu me enfiei em todos esses projetos.

Pois bem, o fato é que eu percebi que estava usando muito só preto e branco, quase nada de estampas e a "vida fashion" estava não só simples, mas também um pouco monótona. Apesar de gostar muito desse estilo mais "limpo", passei a sentir falta de usar mais cores e estampas e foi a partir dessa vontade que estou buscando inspirações pra adicionar cores no próximo armário. O intuito é equilibrá-las com o preto e branco e tentar fazer mais sobreposições quando o calor por aqui permitir. Algo também que me encanta bastante é justamente a mistura. Gosto de misturar cores, estampas, texturas, estilos, enfim. Como reduzir todos esses "gostos" num armário com poucas peças e ainda fazer tudo combinar? Eu não sei, mas por enquanto vamos ver as inspirações que andei encontrando por aí?


 Adicionar uma corzinha à estética minimalista já dá uma outra carinha, né? 


Acho lindo, fashionista, e vou tentar essa difícil missão de adicionar mais estampas na cápsula.


Porque tem dias que a gente quer usar a mesma cor em tudo, acho chiquérrimo.


Como eu senti falta de looks all jeans, seja com saia, shorts ou calça. Na próxima tem que ter!



Amo coletes, é a única sobreposição que dá pra usar aqui durante o dia sem morrer cozida.


Besos,

Jessy.

-Todas as imagens foram encontradas no pinterest.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Mudanças de hábitos

Estou cada vez mais convencida de que não precisamos fazer coisas extraordinárias pra ajudar o mundo e apenas alguns ajustes ou pequenas mudanças de hábitos são suficientes para que tenhamos uma grande contribuição. Há algum tempo estou nesse processo de elevação do nível de consciência com o planeta e, embora ainda falhe em muitos aspectos, tenho melhorado aos poucos. Selecionei pra vocês algumas medidas simples que tenho adotado diariamente para economizar água e fazer um descarte mais correto de coisas que iriam para o lixo. Coisas bobas que dependendo da situação de cada pessoa, dá pra fazer sem maiores dificuldades. Peço que deixem o nojinho de lado e vamos a elas! 

1 ~ Xixi e cocô sem papel higiênico


Já notaram o quanto gastamos de papel higiênico diariamente? Parei pra raciocinar um pouco e descobri que não preciso usar papel a cada vez que for ao banheiro. A princípio parece nojento, mas eu explico: tenho uma ducha disponível no banheiro e, após o xixi, uso um jatinho de água e seco com uma toalha, simples assim. Diariamente faço isso em casa e não tem dificultado em absolutamente nada a minha vida. Papel higiênico uso só quando estou com muita pressa, o que quase não acontece, mas deixo sempre no banheiro para o dia que receber alguma visita. A regra é a mesma para o número dois, só acrescento a etapa do sabonete íntimo por motivos óbvios. hehehe Aí vocês perguntam: tá, mas isso gasta água então de que adianta? Sim, gasta, mas na produção de papel higiênico se gastam muitos litros de água além de outras matérias-primas como a madeira. Vamos fazer um cálculo rápido? Cada árvore contém 100 rolos de papel e uma família de três pessoas gasta em média um rolo de papel higiênico por dia, portanto 1 árvore em um pouco mais de 3 meses! São muitas árvores gastas com merda, literalmente. Sinto que precisamos mudar isso.

2 ~ Não dar descarga a cada vez que for usar o banheiro pra fazer xixi


Essa dica eu ouvi de um professor meu de química na escola, ele orientava os alunos a acumularem de dois a três xixis para economizarem água de descarga, que geralmente gastam em média uns 6 litros de água para limparem os vasos. É muito, né? Bom, eu tomo água direto, vou ao banheiro o tempo todo e, consequentemente, meu xixi normalmente não é muito concentrado. Super tem dado certo fazer isso! O cheiro não incomoda, deixo a tampa fechada e chego a acumular até uns 4 xixis. Tem gente que vai achar isso nojento, mas o banheiro é só meu, trata-se apenas do meu xixi, portanto eu lido bem com ele. #euamomeuxixi #xixilovers kkkkkkkk

3 ~ Desligar a torneira e chuveiro quando não tiver usando


Essa dica é muito primária, aprendemos na escola durante o jardim 1, entretanto, ninguém a executa. O tanto de economia que temos quando desligamos o chuveiro e a torneira no momento em que não estamos usando é surreal, não sei por que motivo a gente não dá importância a isso! 



4 ~ Consertar vazamentos (com urgência)


Uma das coisas que mais me dá aflição na vida é desperdício de água, e ainda mais quando é por descuido e falta de iniciativa. Verificar possíveis vazamentos e consertá-los é um dever de todo mundo que tem o mínimo de compromisso com o coletivo. Às vezes o fato de morarmos em prédios e termos nossas contas de água inclusas junto com o condomínio nos deixa alheios à coisas importantes, como saber o quanto efetivamente gastamos de água e, por isso, acabamos deixando pra lá esses consertos achando que é bobagem. Tenho uma amiga que mora sozinha e lembro de algumas vezes que fui na casa dela e aquele "plac! plac!" da torneira pingando era constante. A cada "plac" eu não conseguia sequer prestar atenção na conversa (sim, devo ter algum tipo de TOC), questionei por várias vezes aquela situação e ela dizia que ia mandar arrumar. Passaram anos, ela se mudou do apartamento e não sei se consertou. Não quero nem pensar quantos litros escorreram ralo a baixo naquela pia sem destino nenhum. :(

5 ~ Separar o lixo da sua casa


Acho que esse tópico é o mais difícil de se implantar numa casa, pelo menos no meu caso, porque é algo que depende muito da boa vontade das outras pessoas também. É preciso bolar uma logística de descarte e isso dá um certo trabalho. Já tenho começado a separar embalagens de cosméticos e perfumes que acabam e estou guardando até saber qual o melhor descarte para elas. Cervejas e vinhos, quando tomamos por aqui vão pro lixo separado, e caixas de papelão eu sempre guardo pra coleta seletiva que passa na minha rua recolhendo. Acho que os grandes supermercados deveriam ter uma política de devolução de embalagens, às vezes o consumidor até quer fazer o descarte correto mas não sabe por onde começar. Eu também quero descobrir, portanto vou pesquisar mais a respeito e quem sabe faço um post sobre isso aqui. :)  


Me contem vocês, mais alguma dica que queiram compartilhar?

Besos, 

Jessy.


terça-feira, 7 de junho de 2016

Ideias baratas para o dia dos namorados

Eis que chegou a semana do dia dos namorados aqui no Brasil, confesso que já fui muito clichê nessa data mas, ultimamente, tenho me incentivado a  fugir do óbvio - acho que ando meio cansada de fazer tudo do mesmo jeito, sabe? Ao contrário do que todo mundo pensa, o dia dos namorados não precisa ser uma data consumista em que todos os casais têm as mesmas ideias. Eu gosto de celebrar a união, de dar e ganhar mimo (nada de presente caro, mas simbólico), de destinar um tempo só para ficar junto, enfim, acaba sendo uma oportunidade de fortalecer os laços. 

Fiz duas exigências para o boy esse ano, a primeira foi que eu queria passar longe dos restaurantes, que nessa época ficam com filas quilométricas, entupidos de gente e barulhentos. Essa, na minha opinião, é a menos romântica das opções. Não me sinto confortável de jantar em algum lugar onde tenham pessoas esperando pra ocupar a mesa, o tempo acaba ficando cronometrado e as coisas não fluem como deveriam. A segunda foi que não queria ganhar presente. Refiro-me a presente como qualquer coisa aleatória que se compre: roupa, sapato, bolsa, bijus, etc. Estamos em fase de contenção e tentando não gastar com coisas que não precisamos, fora que essa é uma data em que a lembrança conta mais que o presente e, portanto, ninguém precisa gastar fortuna com presentes.

Existe uma infinidade de coisas pra fazer e, dentre as diversas opções o casal deve escolher a que mais se encaixa dentro das suas condições, podendo ser uma viagem, piquenique, um passeio diferente dentro da cidade, um dia inteiro de programações - desde o café até o jantar, enfim, tem que abusar da criatividade. Foi me perdendo pelo pinterest que achei muita coisa legal e resolvi reunir algumas ideias que podem clarear a mente de quem, assim como eu, além de não querer gastar dinheiros, não têm tanta criatividade assim para essas coisas. 


Fonte: Pinterest.

1 ~ Acampamento: para aqueles casais que gostam de se aventurar, é uma boa pedida. Imagine você, seu amor e um céu estrelado.  
2 ~ Ideia de presente: cactos (ok, essa é uma indireta e espero que o namorado esteja atento).
3 ~ Praia: passeando de mãos dadas e de quebra subir numa duna pra assistir a um pôr-do-sol incrível. Quem puder fazer isso não deveria pensar duas vezes. :)



Fonte: Pinterest.


1 ~ Jantar romântico: é clichê, mas não tem muito como fugir disso. Namorar nada mais é do que engordar juntos, portanto, trate de aprender a fazer o prato favorito dele(a) e ENJOY!
2 ~ Cinema em casa: tem coisa melhor que ficar grudado comendo pipoca e vendo filmes legais? Desconheço.
3 ~ Ideia de presente: árvore com mini fotos do casal. Aun! Achei fofo.


E vocês, alguma ideia que gostariam de compartilhar?

Besos,

Jessy.




quinta-feira, 2 de junho de 2016

Armário-cápsula: erros, desvantagens e aprendizados.

Fonte: Pinterest (adaptada)

Já havia dito anteriormente que viria aqui expor as dificuldades que encontrasse pelo caminho nesse processo de transição e, portanto, cá estou. Vou falar sobre o armário-cápsula, que é uma ferramenta muito útil pra quem busca simplificar a vida, porém muito individual e demanda cuidados na sua elaboração. Inicialmente eu tinha a sensação que tinha feito tudo certo, as cores estavam muito harmônicas e combinadinhas mas, aos poucos, na prática, fui percebendo alguns erros cruciais que havia cometido na montagem e, para que vocês não cometam os mesmos, vou listá-los aqui:


1 ~ Não coloquei Shorts Jeans


Que pessoa não coloca shorts jeans? Em qualquer estação acho que shorts jeans é peça essencial. Primeiro, jeans é democrático, vai com tudo, tente imaginar a sua vida 3 meses sem shorts jeans e, antes de dispensá-lo achando que não vai fazer falta, pense nisso. Arrependimento define.

2 ~ Não coloquei sapatilha


Coloquei tênis e sapatilha não. Também acho essencial, pelo menos uma neutra tem que ter. No meu caso, não coloquei porque as minhas estavam bem velhinhas e acabei me desfazendo antes de montar o armário. Coloquei 3 sapatos de salto alto, quando estou numa fase que só tenho vontade de usar sapato baixo. Acho que quis sair da zona de conforto e me obrigar a usar mais saltos e acabei desenterrando alguns sapatos que não usava com tanta frequência, algo que por um lado até foi bom, mas não me senti confortável. Estou usando muito mais o tênis e a gladiadora bege e, portanto, vou respeitar a minha fase no próximo armário.

3 ~ Não coloquei terceira peça


Como terceira peça muda a roupa, né? Aqui não posso abusar muito porque é calor o tempo todo, mas colete rola e blazer à noite também. Certamente terei mais cuidado com isso da próxima vez.

4 ~ Incluí as bolsas (e não tinha pra quê)


Esse erro eu percebi desde o primeiro dia que inventei de fazer o armário, mas foi opção minha permanecer usando as mesmas bolsas, porque se pra sapato vale não vi lógica não limitar as bolsas também e, como não tenho muitas, nem fez tanta diferença. Mas com certeza é algo que vou liberar para o próximo armário, assessórios mudam o look e vou testar ficar ao menos sem essa limitação porque acredito que não vá dificultar tanto a minha vida.

5 ~ Saudades de peças que não estão no armário


Esse tópico não é um erro, tá mais pra uma "desvantagem", entre aspas porque depende do lado que se vê. Lembro de um dia que queria usar um look all jeans e não pude. Me deu uma saudade de uma camisa jeans que usava quase como farda e de uma calça destroyed cintura alta que me veste maravilhosamente bem. Mas aí, olhei pra minha cápsula e fiquei feliz de poder usar a minha pantacourt e outras peças que gosto bastante, controlei a vontade e programei mentalmente incluir essas peças no próximo armário. É uma situação que a pessoa tem que lidar e um exercício pra aprender a esperar o tempo das coisas. Se estou querendo me livrar do imediatismo, de alguma forma essa limitação me ajuda a controlar as vontades repentinas e compulsivas. Quando for comprar novamente, provavelmente terei aprendido a ter mais calma e acho isso muito válido. Percebem como não é difícil enxergar o lado bom? :D

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Continuo achando o armário-cápsula uma ferramenta muito boa para quem está precisando clarear a mente, ter novas ideias, aproveitar melhor o tempo, dentre outras coisas. Eu me adaptei facilmente, mas acredito que nem todo mundo é feliz com pouco, e essa limitação que, para uns pode ser facilitadora, para outros pode ser causadora de conflito. Aconselho que testem sem radicalismos e vejam se é praticável no dia a dia e, se não for, desistam. Devemos partir da premissa que o objetivo é simplificar, se não simplificou, o objetivo não foi atingido e ponto final. Acredito também que pode ser uma ferramenta transitória, que em alguma fase da vida as pessoas podem precisar e, em outras não, fica a critério de cada um. Por enquanto vou continuar usando mas nada impede que amanhã eu não queira mais porque não se encaixa. :)


Alguém já experimentou e quer compartilhar sua experiência?



Besos,

Jessy.