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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Fashion Diary #2

Terça-feira

A terça foi um dia especial. Era aniversário de uma pessoa muito querida no trabalho (alô, Cediná!) e, depois do expediente, nos juntamos para comemorar numa churrascaria. O look foi pensado, claro. Essa Pantalona é de elástico na cintura, o que permite que meu estômago comporte comida sem maiores dificuldades. Já que lá era rodízio, essa estratégia foi muito útil, acreditem! hahaha


Quarta-feira

Dia de preguiça, cansaço e de chegar atrasada no trabalho. Depois das comemorações no dia anterior e de ter esfolado meu dedinho com a sandália que usei, confesso que eu olhei pro meu chinelo e desejei (MUITO MESMO) ir trabalhar com ele. Tenho sorte que, aqui na Universidade, não existe um dresscode pra seguir. Então, se eu quisesse tê-lo usado, ninguém pegaria no meu pé! #melhortrabalhodavida Mas eu optei por essa mule que é confortável e não me trouxe problemas. Eu amo o caimento do tecido dessa pantacourt, o qual vocês não podem ver porque a preguiça era tanta depois do almoço que eu sequer me prestei a levantar pra tirar a foto. Essa peça além de ser bem estilosinha, também é muito confortável e certamente é outra que vai ser figurinha carimbada por aqui.




Quinta-feira

Gente, vou ser sincera: esse look não foi dessa quinta! Mas como eu não registrei e tinha essas fotos de alguma semana também incompleta, resolvi usar pra tapar o buraco. #blogueirafail Mais uma vez o colete cumprindo bravamente o seu papel de "minha-terceira-peça-favorita".


Sexta-feira

Esse look é básico e totalmente despretensioso, mas gostei de como ficou. Camisa pólo é muito comum, né? Por isso coloquei a boyfriend rasgada pra não deixá-lo tão óbvio assim. Engraçado que sempre que uso essa calça no trabalho todo mundo faz piada! Já fui chamada de pedinte, já me perguntaram se eu caí de moto, já disseram que fariam uma vaquinha pra eu comprar uma calça "nova", mas não tem quem faça eu abrir mão do estilo mendiguinha



 


Besos, 
Jess.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fashion diary #1

Ois!

Eu sei que eu deveria ter começado antes, mas a verdade é que eu nunca dei bola para registrar frequentemente os looks que usava, era até meio relutante, eu confesso. Sempre pensei que não fazia muito sentido, ao menos pra mim, fazer uma coisa que todo mundo já faz com muito mais recursos do que eu e combinações muito mais interessantes que as minhas. Só depois me dei conta que, exatamente por causa disso, não tem como ser igual a todo mundo. Não sou patrocinada por marca nenhuma, não estou comprando roupas esse ano e não tenho dinheiro sobrando, só faltando. haha Vamos combinar que a maior parte da população desse País vive assim, não é? Então eu decidi que faz sentido SIM. Vamos a nossa primeira semana de looks da vida real registrados dia após dia. 

Segunda-feira


Semana retrasada, assaltei o guarda-roupas do meu irmão e roubei duas camisas bem antiiiiiigas, que ele nem usa mais. Desde então, fiquei mega animada pra fazer looks com elas, quem me conhece sabe que adoro resgatar essas peças vintage. Uma eu já usei e não registrei (kuen kuen).. a outra é essa lindezinha da foto. Azul clara, imita jeans e tem umas listras verticais na cor salmão. Posso falar? Estou amando essa tendência de peças oversized e o estilo boyish porque finalmente me senti segura de usar essas peças masculinas que eu já namorava há um tempão.




Terça-feira


Não teve registro nesse dia porque provavelmente não arrumei ninguém que tirasse minhas fotos. kkkkkk 

Quarta-feira


Essa calça preta de tecido que uso toda semana pelo menos uma vez. Ou duas. Nada como um all black em dias de preguicinha, né? Notei que depois que fiquei loira a necessidade de usar preto ficou mais evidente. I LOVE BLACK!




Quinta-feira


Eu amei essa composição. Sabe quando você fica querendo usar a roupa todo dia? Então...  Amo a cor dessa calça e o modelo também. Esse colete alongado é peça chave e, assim como a calça preta, uso pelo menos 1 vez na semana. Ele deixa qualquer look mais interessante e é impressionante como dá pra usar com tudo. Já estou querendo um branco para dar uma folga pra esse coitado, está no topo da minha wishlist do ano que vem.





Sexta-feira


Look comfy e levinho escolhido de última hora para ser mais condizente com o calor que estava fazendo esse dia. Aqui em Natal costuma ser calor o ano inteiro, mas o inverninho desse ano até que permitiu que a gente usasse sobreposições leves sem ter que sair correndo pra ligar o ar-condicionado do carro na potência 3 e o da sala, no trabalho, na temperatura aceitável de 22ºC, antes mesmo de bater o ponto.





Foi isso, semana 1 concluída com sucesso.

Besos,

Jess.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

A internet continua a mesma


Resultado de imagem para influencers

Há algum tempo eu ensaio postar aqui, vejo os títulos dos posts na pasta de rascunhos e acabo desistindo. Ao mesmo tempo que finalmente estou vivendo uma rotina que me trouxe uma tranquilidade emocional razoável e eu me sinta pronta pra fazer várias coisas, inclusive manter assiduidade por aqui, fico desanimada pra investir tempo nessa função. Vou tentar explicar... Diariamente, vivo conflitos internos com relação à exposição de conteúdo irrelevante e os excessos do mundo têm me deixado bastante incomodada. 

Constantemente, vejo as blogueiras-youtubers-influencers fazendo reformas grandiosas em apartamentos, casas e afins. Não que isso tenha algum problema, óbvio. Estou falando de excessos. Tem gente que muda decoração da casa todo ano porque isso é conteúdo vendável e essas pessoas trabalham com "views". Algumas encontram necessidade de ter mais de uma casa. É muita decoração de "cantinho de gravar vídeo" pra dar conta. Decorações que mudam sempre. Por que todo mundo enjoa de tudo tão rápido? Estou há 15 anos com a mesma decoração de quarto e não morri. Eu até concordo que é um cômodo que precisa ser aconchegante, ter a ver com o dono, blá blá blá... Já comentei por aqui que pretendo mudar em breve, mas sem muita urgência, sabe? E, quando mudar, obviamente não vou enjoar com 2 anos. Ou menos. Vai permanecer por bastante tempo ou até que algo de relevante aconteça e eu precise mudar de apartamento.

Fico imaginando o tipo de perfil adolescente que está sendo construído nesse mundo descartável e tóxico. Porque vamos combinar que as pessoas públicas da internet exercem uma influência substancial na vida desse tipo de público, e gente que não faz parte da classe privilegiada deve sofrer um bocadinho na tentativa de alcançar algo parecido.

Não quero ser esse povo chato que implica com tudo, nunca foi do meu perfil parar pra criticar radicalmente nada porque cada ser humano habitante da face dessa terra possui interesses e aspirações diferentes. Cada um segue e assiste pessoas com as quais se identifica. O que me irrita é que parece que todos os assuntos que as principais influencers tratam incentivam o consumo desenfreado. É muito exagero. De coisas, de looks, de casa e até de viagens. Inclusive eu tenho a sensação de que algumas só viajam pra ter um feed bonito no instagram, né? Não tô condenando quem posta foto de viagem, longe disso! Não é a ação que incomoda, sim o propósito. Exceto o feminismo, que já ganhou certa notoriedade na rede, não vejo nenhum assunto legal sendo compartilhado com força na internet. Parece que anos se passaram e o mesmo tipo de conteúdo continua fazendo sucesso.

Eu ando bem cansada desse contexto que a internet oferece. Penso que o desânimo causado por todo esse universo demasiadamente consumista e sem propósito tem contribuído para que eu negligencie esse espaço. É duro caminhar na contramão. Paradoxalmente, o mesmo motivo me faz querer continuar aqui produzindo um conteúdo de moda e expondo um estilo de vida mais acessível, consciente e compatível com a realidade da maioria. Se uma, duas ou três pessoas que pararem pra ler esse blog se sentirem estimuladas a mudarem minimamente seus hábitos de consumo, pra mim, já é de uma grandiosidade e alegria inenarrável. 


Besos,
Jess.


sexta-feira, 31 de março de 2017

1 ano sem compras | Mês 3 |


Quantas vezes você comprou algo e nunca usou se arrependeu ou achou que não caiu tão bem quanto você achou inicialmente? Você tem um guarda-roupas lotado e mesmo assim tem a sensação de que nunca tem roupa pra vestir? Conheça os serviços de Closet Clearing e Personal Shopper que vão mudar a sua forma de comprar economizando seu tempo e dinheiro!  Veja mais informações no site http://ift.tt/1ZUV6S9!:
(Pinterest)


Minha frequência por aqui não tem sido das melhores, mas é por um motivo justo. Finalmente montei uma rotina eficiente em que consigo cumprir todas as minhas obrigações mas, infelizmente, o blog não faz parte dela. Explico: voltei a estudar. Escravizo minha mente todos os dias nessa tarefa. Cobro concentração, disciplina, foco e principalmente que esqueça o rocambole de kinder ovo da Caroli. Se eu não tivesse um controle razoável sob ela, iria hipnotizada até lá e o comeria todos os dias. Só que, às vezes, ela não me obedece e os papéis se invertem: a escrava sou eu. Normalmente acontece uma vez por semana, nas sextas, suspeito que seja por causa do final de semana. Mas, quase sempre, é um dia em que eu sou obrigada a fazer só o que gosto de verdade e, enquanto não consigo domar essa rebelde, vou gastando umas linhas por aqui.

Agora vamos ao que interessa! Estava demorando pra decidir se levaria adiante os projetos do ano passado e, após o período sombrio de indecisão, finalmente resolvi que sim (só que em partes). Esse ano eu não vou comprar nadica de nada referente a roupas. Olhei pro meu guarda-roupas e cheguei à conclusão que não preciso de nada. Não que eu tenha muita coisa, sabe? Longe disso. Mas tenho o suficiente pra quem não quer viver de excessos. No entanto, acho que já comentei por aqui que com relação aos sapatos as coisas são diferentes. Tenho bem poucos, na real. E achar sapato pro meu pé nunca foi lá uma tarefa muito fácil, quem tem pé muito fino vai entender. Sempre quando ficam bons no tamanho, as tiras ficam folgadas, tornando a busca um verdadeiro martírio. #traumadesdepequenina Em função disso, decidi que a regra não vai se aplicar aos sapatos, porém terá um limite. Dois pares nesse ano. No MÁXIMO.

Já estamos no finalzinho de março e eu ainda não comprei nada, portanto, esse período de seca coincidirá com o ano civil. A partir do dia 1 de Janeiro do ano que vem, ganharei alforria! O que na verdade vai dar um pouco mais de um ano sem comprar, já que minha última compra foi em dezembro, depois do natal e antes do Reveillon. 

Várias pessoas já se propuseram a fazer esse desafio e uma coisa que se tornou comum foi começar reduzindo o armário, tornando-o bem minimalista e coeso. Já aviso que eu não vou fazer isso e explico: sempre, sempre, sempre, estou tirando peças do meu armário que eventualmente caem em desuso. Então, normalmente tudo que tenho aqui eu uso de fato. Outro ponto importante a ser considerado é que eu não tenho um estilo só. Durante o meu período de armário-cápsula, pude descobrir que eu não viveria só de cinza, preto e branco. Amo de paixão, mas não tô preparada pra abandonar minhas peças estampadas, porque tem dias que meu humor pede cores vibrantes e estampas extravagantes, MESMO. 

As razões pelas quais estou iniciando o projeto, consistem no fato de que além de ser adepta do consumo consciente e ter vontade de experienciar coisas nesse sentido, estou precisando economizar pra dar início a outros projetos na vida. Planejamento financeiro é essencial pra concretização de tudo e, por isso, chegou o momento de priorizar outros gastos.

Sempre que der, vou postando looks que usar no dia a dia por aqui, principalmente quando a rotina incluir trabalho (aí sim o bicho vai pegar). Por enquanto, ainda sigo em casa e vestindo pijamas diariamente. :B

Besos,

Jess.

domingo, 5 de março de 2017

Esclarecimento de sentido |Fragmentos de carnaval|

Aproveitando mais uma fase do meu inferno astral em que acordei com uma vontade incontrolável de escrever, estou deixando posts bem encaminhados para soltar por aqui. Nesse, em especial, resolvi fazer um compilado. Sim, faço isso quando não tenho muitos registros de imagens (ainda peco nisso) ou muito assunto pra falar sobre determinada coisa. Aí a receita é simples: junto tudo, bato no liquidificador e dá um post mega misturado e sem muita coesão.

A primeira coisa que queria falar aqui pode soar esquisita, mas vou ser direta: o meu blog tem mais acessos do que eu previa. Não me levem a mal - sou tímida, não blasé - é que, às vezes, eu prefiro pensar que estou sozinha por aqui. Entrar nesse espaço é como acessar - com meu consentimento - o meu eu mais profundo que não se limita a meras imagens e legendas desconexas, como no instagram. Vai além. Aqui, cada palavra escrita me deixa desnuda e decifrável. Já pensei várias vezes em ocultá-lo, mas já tive blogs ocultos antes e eu não levei nenhum pra frente. Paradoxalmente, deixar exposto me motiva mais a continuar registrando, ou tentando. O fato é que, constantemente, eu me confundo e não sei pra quem eu falo, se é comigo mesma ou com pessoas que eu não sei quem são. 

Outra contradição ao fato de eu ter um blog "público", é  que eu não tenho pretensão NENHUMA de ficar conhecida ou de angariar seguidores e acabar virando refém deles. Tem gente que não sabe ser gente e não dá pra ignorar isso. Fora que, andando na contramão do consumo, a probabilidade de marcas me mandarem coisas é inexistente porque o intuito não é vender, propagar ou estimular pessoas a consumirem EXAGERADAMENTE coisas de que não precisam. O sentido disso aqui, embora eu esqueça sempre de bater foto, é puramente o registro de pensamentos, ideias, looks ou vivências. Se for pra influenciar alguém a fazer alguma coisa, que seja algo bom pro mundo, pensando na coletividade e não só em si mesmo. Por fim, eu NÃO sou "blogueira", eu NÃO trabalho com isso e eu NÃO faço parceria vinculando minha imagem a algo que eu não acredito. Se alguém quiser me dar alguma coisa, que seja vinho. :B hahaha 

*Agora corta e vamos falar de carnaval.* 


Esse ano, meu carnaval foi tranquilo, fiquei na minha cidade e equilibrei as escolhas entre folia e netflix. Fui em alguns bloquinhos, numa festinha no condomínio do namorado, mas o ápice mesmo foi poder usufruir do ar condicionado do quarto da minha mãe enquanto ela viajava. Ser pobre é tão bom que com qualquer coisinha a gente fica felizinho. hehe Eu esqueci mesmo de registrar a parada toda em detalhes, portanto esse post vai ser miserável em imagens. #sóri Prometo melhorar! 


 

Não necessariamente nessa ordem...